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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Etiqueta e Expressão Verbal

Etiqueta organizacional impulsiona a carreira
http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/227604


Estou atrasado.

Terminando semana passada o EMPRETEC do SEBRAE aqui no Espirito Santo, assunto do próximo blog, não posso é deixar passar em branco artigo da jornalista Graziela Castilho do O Diário de Maringá, em uma excelente abordagem comportamental, coisa rara nos dias de hoje.

Como sempre estes artigos me despertam o interesse, por vir ao encontro do que venho escrevendo há muito tempo: Precisamos de uma reformulação na educação cidadã, aprender a falar, comunicar e expressarmo-nos com padrão muito diferenciado do que vemos nas Universidades e Faculdades. Os alunos aprendem (?) a ler e escrever mas o exercício livre de teatro, artesanato, música, educação, interação e jogos está desaparecendo.

Só sala de aula mandando calar a boca não desenvolve ninguem, muito menos ficar apontando erros o tempo inteiro. Faz falta falar do Ensino Bancário de Paulo Freire.

Temos comprovado no nosso Curso de Expressão Verbal e Oratória que os alunos crescem a partir do momento que falam sobre assuntos que lhe interessam, de uma forma mais elegante, identificam o auditório, descobrem a origem do medo, tornam-se reflexivos, aprendem a ouvir e automaticamente partem atrás de mais conhecimento e educação. Justo o que a Graziela traz para os leitores dela.

Vou reproduzir na íntegra o artigo, com a devida autorização gentilmente cedida pela Jornalista.

Não pararemos de falar da importância deste tema porque ele faz a diferença e fará a mudança.
Foi para isso que eu vim. E você?

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Etiqueta organizacional impulsiona a carreira
Apesar de parecer óbvio, atitudes como evitar gírias, roupas inadequadas e postura de cansaço ajudam a construir imagem pessoal positiva e a crescer profissionalmente


Graziela Castilho
gcastilho@odiariomaringa.com.br

Ninguém está livre de cometer gafes, mas ficar atento a alguns detalhes de postura, comportamento, vestimenta e expressão corporal, verbal e escrita evita deslizes que, em determinadas situações, podem ocasionar prejuízos profissionais. A psicóloga organizacional, Isla Gonçalves, que está há 20 anos no mercado, percebe que muitas pessoas têm um lento crescimento profissional por não atender esses itens.

Uma das falhas que, segundo Isla, a maioria dos profissionais comete é encarar o ambiente de trabalho como se fosse a sua própria casa. “Com isso transferem toda a sua forma de ser, como vestimenta e comportamento do dia a dia, esquecendo de que o local de trabalho exige postura profissional e não pessoal”, alerta. Ela acrescenta que quando a empresa se mostra mais permissiva a situação se potencializa.

Seguindo esse raciocínio, a consultora, coach e membro da Sociedade Brasileira de Coaching (SBCoaching), Sirmey Amaral, ressalta que outro deslize muito cometido é falar de problemas pessoais no ambiente de trabalho. “Procure desabafar com amigos. Na organização, o relacionamento é mais impessoal e com colegas de trabalho”, ressalta.

Outro cuidado importante em relação à fala, segundo Isla, é evitar se expressar de modo emotivo ou que denote julgamento e reclamações constantes e inadequadas. “Muitas vezes as pessoas agem assim por achar que o meio seria depositário de seus sentimentos mal canalizados”, afirma a psicóloga.

O emprego de gírias na comunicação interna ou externa, como “foi mal”, em vez de pedir desculpas ou “pera aí”, quando poderia dizer: “Pode aguardar um momento, por favor?”, também é muito prejudicial. “Há até quem tenha o hábito de dizer ‘só um momentinho meu amor, anjo, querido. Enfim, essas denominações precisam ser evitadas”, afirma Isla.


Tecnologia

Ferramentas como MSN e Orkut envolvem o cotidiano de muitos jovens e se tornam um problema quando utilizados particularmente em ambiente de trabalho. Na prática, segundo Isla, rouba a atenção e o tempo, que está sendo remunerado. “O pior é que quando a pessoa não dá conta do trabalho ou faz algo errado, diz que está sobrecarregado ou que não deu tempo”, comenta.


Pró-ativo

A coach também cita que aquele que se restringe em apenas executar as tarefas a ele delegadas, sem contribuir para a otimização do trabalho, também pode atrasar o progresso da carreira.

Nesse sentido, a psicóloga acrescenta que em plena era de globalização, os empresários esperam contar com a capacidade criativa dos funcionários para se manterem no mercado. “Atitudes pró-ativas fazem com que o profissional seja percebido como parceiro”, diz.


Imagem

Roupas discretas, conservadas, bem passadas e sem modismos, barba feita, dentes e cabelos alinhados parecem cuidados elementares em relação a imagem pessoal, mas causam impacto favorável.

“Todos sabem disso, mas há quem não se preocupe”, lamenta Isla. No entanto, ela diz que quem não se atenta a esses detalhes assistem a ascensão de outros, que além de cuidar da aparência, comunicação e comportamento, ainda se preparam com especialização na área em que atua.