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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Nova era para a Rede de Treinamento

Já instalados confortavelmente no Master Tower na Enseada do Suá (veja mapa), partimos para concluir a 15ª turma de Expressão Verbal. Todas turmas pequenas e a cada dia mais confiança e credibilidade dos nossos alunos/amigos.

Porque entendemos ser nossa obrigação Promover o aprimoramento do desempenho profissional e corporativo, por meio da oferta de cursos de treinamento, palestras, oficinas e seminários da mais alta qualidade e tecnologia  proporcionando aos nossos clientes liderança em seus setores.

Com incontáveis horas de trabalho o time da Rede de Treinamento Empresarial, está com o Curso de Expressão Verbal permanente no calendário anual, já realizou o Curso de Como Trabalhar sua Marca nas Redes Sociais com o Prof. André Damasceno, promoveu palestras diretas de São Paulo através da sócia/parceira REDEVOX, lançou um curso avançado para Universitários TCC nota 10 nos moldes do curso da Profª  Rachel Polito, e promove seus dois últimos cursos agora em dezembro:
1. Da ESPM - Cederemos apenas o local
2. Um intensivo de Expressão Verbal e Oratória.
Sábado estaremos com o que existe de mais moderno em site 2.0 , produzido em São Paulo pela Samba Business, mesmo grupo que faz a Revista Época e outras da Abril, e expande seus negócios nos EUA e América Latina.
Breve estaremos com tudo funcionando, pois é muito conteúdo. Não deixem de conferir e opinar sábado dia 13/11no novo site.
A equipe, Danielle Alves, Diretora de Operações&Marketing, Marianny Gomes, Estagiária de comunicações  e eu estamos debruçados no planejamento de 2011.
Muitas idéias, cursos de valor para todos que nos procuram. Porque enxergamos Ser uma referência em treinamento corporativo e individual, tendo como  principal compromisso a qualidade dos cursos oferecidos para a formação e aperfeiçoamento de  profissionais  no desempenho de suas funções.
Agradecemos a parceiros como a Kontor, Faesa, que sempre nos apoiaram em tudo, nas pessoas da Profª Penha Bassul e o Diretor James), Valmir da RedeVox, sócio e amigo, a Adesg-ES tendo a frente o Delegado Ricardo e o amigo Vice Delegado  Shalon e a queridíssima Rachel Cristina que nos trocou pela UFES. Bela troca. Parabéns.
Não posso deixar de agradecer à minha mulher Renata que nestes anos todos que estamos juntos, me apoiou e me tolerou como ninguém mais neste mundo faria.
Rumo a 2011, meu agradecimento a todos que nos prestigiaram como clientes, Metron Engenharia, Tribual de Contas do Estado, Tribunal de Contas da União, IPJAM, Banestes, e tantos outros alunos que também merecem destaque, e faremos isto na nova página.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Rede de Treinamento Empresarial: Gestos fatais: como um simples piscar de olhos pode ser extremamente comprometedor?

Rede de Treinamento Empresarial: Gestos fatais: como um simples piscar de olhos pode ser extremamente comprometedor?

Gestos fatais: como um simples piscar de olhos pode ser extremamente comprometedor?

Assunto bastante debatido em nossos cursos de Expressão Verbal e Oratória, havia uma defasagem grande de abordagens atuais em português para trabalharmos.
A importância dos gestos, olhares, apertos de mãos, posição dos pés, e todo o conjunto de expressão corporal expressa o sentimento da pessoa.
Importantíssima a obra  recém lançada, da Profª Tonya Reiman, que vem ao encontro do que muito precisávamos.
Leiam a entrevista, se puder comprem o livro e mudem o que precisar.
Luiz Antonio de Lacerda



Gestos fatais: como um simples piscar de olhos pode ser extremamente comprometedor?

Norte-americana entrevistada pelo Administradores explica como as pessoas revelam, sem querer, informações sobre si através de expressões involuntárias no dia a dia
Por Simão Mairins, http://www.administradores.com.br/

Quando cumprimenta as pessoas com um aperto de mão, você emprega muita ou pouca força? Enquanto conversa, você costuma olhar para seu interlocutor? E quando está em pé, você costuma manter o corpo relaxado ou se posiciona sempre de forma proeminente? Para muita gente, isso pouco importa. No entanto, pela observação atenta de atitudes simples como essas é possível coletar informações bastante valiosas sobre o que pensam e o que sentem as outras pessoas. Pelo menos é o que afirma a consultora e escritora norte-americana Tonya Reiman, autora do livro "A arte da persuasão", que acabou de ser lançado no Brasil pela editora Lua de Papel.



Segundo Reiman, "as inúmeras emoções que você experimenta todos os dias são refletidas de forma extremamente sincera em seus gestos e expressões". Ao Portal Administradores, a escritora – que também é colaboradora do Fox News Channel e escreve para o New York Times, o Wall Street Journal e a Time – explica como as pessoas "falam" de forma involuntária e como é possível perceber os "sinais" transmitidos no dia a dia, seja nas conversas informais, nas reuniões de negócios ou nas entrevistas de emprego. Confira abaixo a entrevista completa.



Administradores - Em seu livro "A arte da persuasão", você diz que nós somos mais transparentes do que pensamos. Entretanto, creio eu, a maioria das pessoas não percebe isso. Por que é importante saber que nós falamos através de gestos e expressões, mesmo sem dizer uma palavra sequer? E como podemos perceber isso?

Tonya Reiman - Você está certo. A maioria das pessoas não percebe que expressa suas emoções através de expressões faciais e movimentos do corpo. É importante reconhecer isso, porque muitas vezes nos traímos, mesmo sem querer. O entrevistado que nós queremos entrevistar sabe que está nervoso? A esposa que mente quer que seu marido saiba que ela está mentindo? O comprador do carro quer que o vendedor saiba quanto ele está disposto a pagar? Um dos caminhos mais fáceis para reconhecer nossos próprios sinais é gravando nossas interações – quase como se estivéssemos criando nosso próprio reality show. Isso pode nos ajudar a ver quais emoções nós facilmente deixamos escapar.

Administradores - Identificar os sinais dos outros é tão importante quanto reconhecer os nossos próprios. Estou certo?



Tonya Reiman – Uma coisa está muito relacionada à outra. É mais importante saber reconhecer seus próprios sinais, já que você nunca quer ceder suas informações. Entretanto, fica mais fácil reconhecer os sinais dos outros uma vez que você se torna consciente de suas próprias expressões.



Administradores - Em "A arte da persuasão" você aborda o caso Warren Harding, o presidente americano que "parecia ser um bom governante", mas não era, e acabou decepcionando. Políticos, normalmente, sabem parecer o que não são. É possível identificar "o não dito" em pessoas que manipulam as próprias expressões?



Tonya Reiman - Tristeza, surpresa, medo, raiva, nojo, felicidade, desprezo. As inúmeras emoções que você experimenta todos os dias são refletidas de forma extremamente sincera em seus gestos e expressões, e elas se originam no cérebro. O momento em que você se torna consciente de uma emoção é o momento em que aquela emoção é transferida de uma parte do cérebro, o sistema reptiliano, para outra, o neocórtex. Uma vez que a informação é processada no mesencéfalo, ela se revela através de movimentos de sua cabeça, seu pescoço, busto e membros.



Administradores - Fazer um julgamento sobre alguém apenas tentando identificar expressões corporais, (ou a aparência, como o caso Warren Harding) não seria perigoso? Nós podemos nos enganar...



Tonya Reiman - Sim, pode ser perigoso. É por isso que eu sempre analiso uma pessoa antes de fazer suposições. Analisando, você determina os sinais verdadeiros da pessoa. Um sinal verdadeiro é a forma como alguém gesticula ou age "normalmente", quando não está sob pressão e não está tentando manipular os outros. Então, o que isso significa? Bem, seu objetivo é perceber os sinais de uma pessoa quando ela está calma. Como é seu aperto de mão: dominante, neutro, submisso? Qual é a postura dessa pessoa? Como é a posição do seu tronco e do seu tórax? Ela se orienta para perto ou para longe de você?
Que tipo de gesto ela usa? Como é sua expressão facial neutra? Como é seu olhar? Ela olha para você enquanto fala e com que frequência ela pisca? Finalmente, qual é a posição normal de seus olhos quando fala e quando pensa? Uma vez que você tem essas informações estabelecidas, fazer avaliações fica fácil.
 
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/gestos-fatais-como-um-simples-piscar-de-olhos-pode-ser-extremamente-comprometedor/37678/

domingo, 5 de setembro de 2010

Sermão da Montanha

Sermão da Montanha (versão para professores)




Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre ma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem. Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens. Tomando a palavra, disse-lhes:
- “Em verdade, em verdade vos digo: Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque eles...”


Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?


André disse:
- É pra copiar no caderno?


Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!


Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?


João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?


Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?


Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!


Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?


Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?


Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.


Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?


Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!


Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?


Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?


Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.


- E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular...


Jesus deu um suspiro profundo, pensou em ir à sinagoga e pedir aposentadoria proporcional aos trinta e três anos. Mas, tendo em vista o fator previdenciário e a regra dos 95, desistiu.
Pensou em pegar um empréstimo consignado com Zaqueu, voltar pra Nazaré e montar uma padaria...
Mas olhou de novo a multidão. Eram como ovelhas sem pastor... Seu coração de educador se enterneceu e Ele continuou:
-“Felizes vocês, se forem desrespeitados e perseguidos, se disserem mentiras contra vocês por causa da Educação. Fiquem alegres e contentes, porque será grande a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram outros educadores que vieram antes de vocês”.


Tomé, sempre resmungão, reclamou:
- Mas só no céu, Senhor?


- Tem razão, Tomé - disse Jesus - há quem queira transformar minhas palavras em conformismo e alienação.. Eu lhes digo, NÃO! Não se acomodem. Não fiquem esperando, de braços cruzados, uma recompensa do além. É preciso construir o paraíso aqui e agora, para merecer o que vem depois...


E Jesus concluiu:
- Vocês, meus queridos educadores, são o sal da terra e a luz do mundo...

SÓ JESUS SALVA!!! Pelo jeito, os professores, também! rs..



Texto de abertura do Programa Rádio Vivo — Rádio Itatiaia, Belo Horizonte — do professor Eduardo Machado.
Fonte: http://www.dihitt.com.br/barra/sermao-da-montanha-...

domingo, 18 de julho de 2010

O caminho das urnas: os profissionais que faturam com as eleições

O caminho das urnas: os profissionais que faturam com as eleições

Enorme minha satisfação com a entrevista do prof. Polito, com quem aprendi muita coisa sobre Expressão Verbal e reforçou o que eu pensava do comportamento humano.
NUNCA conheci ninguém tão ético em minha vida e o maior troféu que tenho, além de seus ensinamentos e dedicatórias, é um e-mail que guardo acima de qualquer diploma ou elogio que ele me enviou quando o questionei sobre a possibilidade de eu ter cometido um deslize com ele.

E-mail lacônico, delicado e até hoje quando início uma turma ou anuncio um novo curso as palavras daquele e-mail estão lá, gravadas na minha memória:
"Luiz Antonio, fique tranquilo. Você é uma das pessoas mais éticas que eu já conheci" e explica porque, o que não cabe aqui por tratar-se de assunto privado.

Meu curso em Vitória/ES está autorizado a utilizar o material do Polito sem que nada eu tenha feito para isto, a não ser minha dedicação e seriedade/sinceridade, e nenhum tostão envolvido.

Polito é a maior referencia que tenho, e ainda bem que tenho uma referência. Não há idade para encontrá-la. Prova de que há esperança para este país.


Não poderia deixar de reproduzir sua entrevista na Revista Época/SP.

O caminho das urnas: os profissionais que faturam com as eleições


Como a campanha eleitoral, que começa oficialmente no dia 5, movimenta a economia e a rotina dos paulistanos


por Nathalia Ziemkiewicz e Victor Ferreira

Ilustrações: Japs - 16/07/2010 - 18:31






“É SEMPRE UMA ROMARIA”


Professor de expressão verbal há 35 anos – e somando 1.600 alunos por ano –, Reinaldo Polito conta que em períodos eleitorais triplica a procura de políticos. Eles vêm de todo o país e desembolsam, antes mesmo das disputas dentro do partido, a partir de R$ 3 mil pelo curso de oratória. Depois, inscrevem as esposas, importantes cabos eleitorais.





Quem são seus alunos?Estudantes de Direito, executivos de empresas como Google e Odebrecht, artistas como Sabrina Sato e esportistas como o nadador Gustavo Borges. Em anos comuns, os políticos não chegam a 10%. Nessa época, é sempre uma romaria.

Como é o curso?
Não estabeleço padrões do tipo “fale assim ou assado”. Percebo o estilo da fala: ritmo, entonação, vocabulário, cacoetes, como constrói as frases e faz pausas. Em seis horas, com teoria e prática, aprimoro o que o aluno já traz. Na tribuna, com microfone, ele improvisa um discurso. Gravo, assistimos, eu aponto problemas e reforço qualidades.

Qual é a importância da oratória na política?
É o ganha-pão do político. O que ele faz além de falar? Se tiver todo o conteúdo do mundo, mas não souber comunicá-lo, é como se não o tivesse.

O que faz um bom orador?
Ele sabe o que oferecer a cada plateia. Se discursar sobre educação em uma faculdade, vai perder voto: seria mais objetivo apresentar propostas sobre mercado de trabalho.
 
Qual é o erro mais comum?
Não medir a emoção e falar de violência em tom apático ou falar de um assunto sem muita relevância com indignação exagerada .
 
E qual é o caso mais difícil?
Pior que o tímido é aquele que não tem estrutura na fala, ou seja, não sabe organizar as ideias – porque o ouvinte não entende a mensagem.
 
Como um político escapa de saias justas?
Ele trata um pedaço da pergunta como se fosse a questão inteira. Passa a impressão de que não fugiu, mas respondeu apenas o que interessava.
 
Qual é a regra básica para o gestual?
Quanto maior e menos culta for a plateia, mais abrangente deve ser o gesto. Num comício, vale erguer o braço acima da linha da cabeça. Com empresários, as mãos devem ser mais contidas. E na televisão o semblante é que conta.
 
E com discurso vazio, tem jeito?
Não. Não preparo plataforma política, só ajudo a perder o medo e organizar as ideias para passar a mensagem com clareza.





quarta-feira, 14 de julho de 2010

Lição de Socialismo

LIÇÃO DE SOCIALISMO

Novamente meu concunhado pedro Amaral contribuindo para o entendimento das coisas fáceis, que muitos procuram torná-las difíceis para benefício próprio ou por não saber explicar.

Melhor então voltar a 1931 e concluirmos por nós mesmos.

Este artigo foi escrito por Adrian Rogers em 1931.
Mas parece BEM RECENTE



Um professor de economia na Universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seia pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo.'

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe.. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas.' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...


Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B".


Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.


Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas.


Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".


Ninguém gostou. Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".


As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.


Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.


O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.


Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.


"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."


"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.


Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.


É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

segunda-feira, 5 de julho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

Independe de sua opção partidária, elimine o que achar que tiver esta conotação, examine sob a ótica de fatos, só isto.

Recebi um e-mail com este artigo e achei por bem não deixá-lo de fora do blog, até porque não tenho tido tempo para escrever nada. A instalação da REDE DE TREINAMENTO na Enseada do Suá e a JointVenture com a REDEVOX tem me tomado muito tempo.
Mas esta semana retomo tudo.

Vamos ao artigo, torcendo para que saia formatado. Agradecimento especial ao Cel. Pedro Amaral que colabora sempre com artigos reflexivos.

Como fazer pagadores de impostos e influenciar parasitas
http://www.ordemlivre.org/textos/1024


04 de Junho de 2010 - por Bruno GarschagenTags: tamanho do estado serviços públicos impostos



O estado é um polvo que também se alimenta pelos braços, não só pela boca. O estado já deixou de ser o Leviatã, personagem simbólico, mas inexistente. No dia 1º de junho, o presidente da República deu uma declaração raivosa que é uma carta de princípios: “Quem tem carga tributária de 10% não tem estado. O estado não pode fazer absolutamente nada”.


Pensemos, então, o que é o tudo que esse estado brasileiro defendido por Lula faz ao extorquir legalmente, mediante tributos, 40% do rendimento de cada brasileiro, independente da classe social a que pertence. Antes de discutir se esse tudo é cuidado, o que justificaria que a presidência continuasse cobrando e recebendo o dinheiro dos tributos, precisamos quais são as áreas que o Poder Executivo se assume como responsável:


1. Agricultura


2. Pecuária e Abastecimento


3. Cidades


4. Ciência e Tecnologia


5. Comunicações


6. Cultura


7. Defesa


8. Desenvolvimento Agrário


9. Desenvolvimento


10. Indústria e Comércio Exterior



11. Desenvolvimento Social e Combate à Fome



12. Educação



13. Esporte



14. Fazenda



15. Integração Nacional



16. Justiça



17. Meio Ambiente



18. Minas e Energia



19. Pesca e Aquicultura



20. Planejamento, Orçamento e Gestão



21. Previdência Social



22. Relações Exteriores



23. Saúde



24. Trabalho e Emprego



25. Transportes



26. Turismo



27. Políticas para as Mulheres



28. Promoção da Igualdade Racial



29. Direitos Humanos



30. Portos



31. Concorrência (via Cade)


32. Direitos da Pessoa Humana


33. Desenvolvimento Econômico e Social



34. Fundo de Amparo ao Trabalhador



35. Conselho Monetário Nacional



36. Juventude



37. Segurança Alimentar e Nutricional



38. Desenvolvimento Científico e Tecnológico



39. Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial


40. Política Energética



41. Seguros Privados


42. Trânsito



43. Meio Ambiente



44. Direitos da Criança e do Adolescente



45. Direitos do Idoso


Essas áreas foram extraídas da lista de ministérios (24), secretarias (10) e conselhos (22) da Presidência da República. São tópicos principais, muitos dos quais se desdobram ou interferem em áreas correlatas que, se citadas, transformariam essa lista num longo catálogo.


Avaliando essas 45 áreas-mestras do Poder Executivo, tente pensar em cinco delas que valeriam o investimento de 40% de tudo o que você recebe na relação importância-custo e benefício. Cinco é muito? Três. Ainda difícil? Vá lá, faça um esforço camarada. Nada? Uma, escolha uma. Só uma. Umazinha! Não seja assim, vai. Nem assim? Tudo bem, estou com você.


Agora deixemos de lado nossa avaliação individual sobre a relação importância-custo e benefício e pense numa pessoa que você conheça e que pertença a uma classe social mais pobre. Se nunca conversou com ela sobre esse assunto, chegou a hora. Vá lá, pergunte e volte aqui. Esse seu conhecido, amigo ou amiga aceitaria continuar entregando 40% do que recebe para ter acesso aos atuais serviços públicos?


Essa situação nos conduz à outra pergunta: será que o governo, com um histórico consagrador de incompetência, ineficiência e malversação, deve continuar a exigir nossos esforços para sustentá-lo? Um valioso livro para compreender a relação do brasileiro com os tributos acaba de ser lançado pelo cientista político Alberto Carlos Almeida. Chama-se, apropriadamente, O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo (Record; 196 páginas). É o resultado de entrevistas realizadas com 1 mil pessoas em diversas cidades brasileiras. O objetivo era descobrir o que o brasileiro pensa a respeito dos tributos e como avaliam a gestão ds recursos pelo governo. Às respostas:


1- Brasileiros de todas as classes sociais têm a consciência de que os tributos são altos e que todos pagam.


2- Brasileiros de todas as classes sociais queriam que o governo administrasse o orçamento com eficiência.


3- A maioria dos brasileiros de todas as classes sociais NÃO quer aumento de tributos para prometidas ampliações de benefícios sociais.


4- A maioria absoluta dos brasileiros de todas as classes sociais prefere pagar escola particular e plano de saúde em vez de ter seu dinheiro tomado em forma de tributos.


5- Oitenta por cento dos brasileiros de todas as classes sociais NÃO quer pagar mais tributos para resolver o problema da saúde. Acreditam que o governo deve resolvê-los sabendo administrar os recursos existentes.


6- Mais de 80% dos brasileiros de todas as classes sociais, incluindo aquela parcela dos beneficiados com o programa, querem que os alimentos paguem menos tributos e custem menos em vez de expandir o Bolsa Família (o que poderia resultar em mais aumento de tributos). Todos preferem pagar MENOS impostos.


7- Quase 70% dos brasileiros de todas as classes sociais preferem a redução dos encargos trabalhistas como forma de estimular a geração de empregos.


O livro mostra que o brasileiro, independente da classe social, sabe quanto paga em tributos e que, se tivessem o direito de escolha, optariam pagar por serviços privados a manter o pagamento compulsório ao governo de forma a sustentar serviços públicos ineficientes. Trata-se de uma revelação de suma importância para todos aqueles que defendem (e trabalham para) a liberdade de escolha, liberdades individuais, governo limitado, livre mercado, iniciativa privada.


Se a maior parte da população está do nosso lado porque não somos mais bem sucedidos em promover mudanças? Porque a mudança também implica num poder de pressão e influência na política, o que definitivamente não existe.


Em entrevista à revista Veja da semana passada a propósito do lançamento do livro, Alberto Carlos de Almeida explicou que a redução de impostos, uma bandeira tradicionalmente defendida pela direita (não no Brasil, claro), não encontra defensores nos principais partidos brasileiros, que são de esquerda. E se a esquerda entende que o estado deve manter uma carga tributária escorchante para financiar, ou melhor, fingir que financia, o desenvolvimento e a justiça social (essa extraordinária weasel word), os políticos brasileiros de todos os partidos “querem controlar mais recursos públicos”, segundo Almeida.


Outra razão: a redução de tributos implica em eficiência, redução de gastos e burocracia, corte de privilégios. Isso, de fato, dá muito trabalho para menos dinheiro. Qual é o incentivo que fará um politico trabalhar mais para ter acesso a menos dinheiro. Tirar-lhes o dinheiro é um passo importante porque não lhes dá essa chance de escolha, que passa a ser entre ser um politico eficiente que está em sintonia com os desejos dos brasileiros e, portanto, merece o voto, ou ser expulso democraticamente da vida pública.


Isso significa dizer que o desenvolvimento brasileiro não surgirá da crença ingênua de que haverá políticos, governos e administração pública e burocrática eficientes a prover os serviços públicos com qualidade e agilidade. Isso não vai acontecer. Não vai acontecer. Não é possível resolver o problema de incentivos inerente à máquina pública por meio de pensamento mágico. O governo nunca será capaz de gastar melhor o seu dinheiro do que você mesmo.


Insisto: a única forma de reduzirmos a interferência do governo na nossa vida diária e de limitarmos o poder que tem (de fazer inveja aos reis absolutistas e à Coroa Portuguesa) é tirar-lhes aquilo que o sustenta: dinheiro. E esse dinheiro hoje é tomado legalmente, apesar da corrupção moral que isso representa, mediante a cobrança de tributos.


A irritação destemperada do presidente da República não é a manifestação de alguém que acredita no estado para servir à sociedade; é a declaração de princípios do parasita horrorisado pela possibilidade da perda do hospedeiro.


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Bruno Garschagen é mestre em ciência política na Universidade Católica Portuguesa, jornalista e Gerente de Relações Institucionais do OrdemLivre.org.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cotas Raciais

EDUCAÇÃO E AS COTAS RACIAIS

Novamente voltamos a este assunto, desta vez vindo de Cachoeiro de Itapemirim/ES, de uma ex-aluna da Pós Graduação, que trabalha na área da educação pública federal, indignada com as cotas raciais.


Teremos que distribuir o assunto por partes:


1. Porque já falei neste blog que o estudo deverá contemplar cotas raciais no Congresso Nacional, no Executivo, STF, Justiça, etc... Acredito que neste caminho irá empacar tudo.


2. Tenho uma visão diferenciada mais racional sobre esteas cotas, muito parecida com a da Maria Paula, e se não ficar muito grande concluirei com ela.



Vamos ao que importa que é o texto que ela me escreveu.



"Caros colegas,




Bom dia. Segue um texto sobre a continuação das discussões raciais.


Gostaria de frisar que não tenho problemas com nenhuma raça ou credo. Pode ser negro, branco, amarelo, vermelho ou se pintar de roxo, não me importa. Caráter não tem cor, e é isto o que importa dentro do ser humano.


Fica aqui somente uma pergunta: tenho lindos sobrinhos, 2 loiros e um ruivinho, e gostaria de perguntar: eles não estão sendo discriminados com estas cotas? E minhas amigas que se matam de trabalhar para pagar uma boa escola para seus filhos, não estão sendo discriminadas? Uma prima tem uma bela filha mulata, inteligentíssima, estudante de escola pública. A cota não seria diminuir seu esforço e inteligência? Ensino público de qualidade não seria continuar a incentivá-la?


Será que o caminho não seria melhorar a qualidade do ensino desde a sua base? Me lembro muito bem que o meu pai me dizia, quando eu era criança, que aluno que estudava em escola particular (na época dele, vamos deixar claro) era porque não era aceito em outras escolas públicas ou porque era do tipo "pagou passou". Grandes profissionais de minha cidade são oriundos de escolas públicas, e os que pude arguir sempre me garantiram que elas eram de excelente qualidade. Então por que não resgatar esta qualidade? Não seria mais justo? Até mesmo com as classes mais desfavorecidas?


Lembro de minha infância, onde em minha casa tínhamos uma pessoa muito amada que auxiliava minha mãe com as crianças e a casa, mas principalmente comigo. Ela era uma linda e pequenina moça negra, de voz macia e olhar angelical, o meu anjo da guarda na terra. Minha mãe sempre dizia que ela deveria continuar os estudos, que aquilo seria a condição para ela ficar conosco. Minha mãe não tem o segundo grau completo, mas é uma mulher muito inteligente e culta. O meu anjo terrestre formou-se em técnica de contabilidade e depois graduou-se em contabilidade. Aprendi desde menina que devemos dar chances para que as pessoas mostrem o seu potencial. A cor da pele do meu anjo nunca foi um problema para nós. Seu caráter sempre foi translúcido!


Leis não faltam, até mesmo dizendo das obrigações para com os cidadãos em matéria de ensino, mas por que elas não são cumpridas? E se são, por que sua qualidade caiu tanto? Houve uma época que professor ia de te rno e gravata para a sala de aula, era visto como um mestre realmente, tinha seu destaque na sociedade, afinal, era (e deveria continuar sendo) ele quem formava (e continua a formar) os cidadãos que governaram e os que herdarão este mundo, não é?


Amigos coloridos (sem qualquer sarcasmo ou conotação pejorativa), de todas as raças, sejam vocês amarelos, negros, brancos ou vermelhos, seus filhos não são incapazes para necessitarem de bolsa disto ou daquilo, o que eles precisam é de um ensino de qualidade para poderem mostrar o seu verdadeiro potencial. Não deixem que o governo escreva nas entrelinhas que eles são incapazes e, por isto, devem receber a bolsa como um " empurrãozinho"."


ESCOLA DE QUALIDADE PARA NOSSOS FILHOS, DESDE A TENRA INFÂNCIA ATÉ O NÍVEL SUPERIOR!
Cachoeiro de Itapemirim, 09 de fevereiro de 2012.


Paula Delmaestro Rosa.

Vou colocar o artigo do jornal que gerou esta indignação:
Ex-ministro da Justiça deve defender cotas raciais no STF
Márcio Thomaz Bastos foi convidado pelo ministro da Promoção da Igualdade Racial. Audiências públicas começam em março.UnB Agência
O advogado criminalista e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos vai atuar em defesa do sistema de cotas raciais da Universidade de Brasília (UnB) no julgamento do Superior Tribunal Federal (STF). Bastos afirmou à UnB Agência que decidiu participar do processo por considerá-lo uma “causa justa”. “As cotas são um mecanismo importante de justiça social”, afirmou. “É o pagamento de uma dívida histórica”. O advogado participará do processo como amicus curiae, representando entidades que, embora não participem da ação, têm interesse na matéria. No caso do processo contra as cotas raciais da UnB, organizações sociais a favor e contrárias às cotas raciais têm direito de apresentar nomes de juristas que representem seu ponto de vista para participar do processo e, dessa maneira, subsidiar a decisão dos ministros do STF.
Os nomes devem passar pelo aval do relator do processo no STF, Ricardo Lewandowski, e, se aprovados, terão direito de se manifestar durante o julgamento do processo. O convite para participar do processo a Bastos foi feito pelo ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santos. Para o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, a participação de Bastos fortalece a defesa das cotas. “Ele falará na condição de representante da sociedade e será uma expressão acolhida pelo STF. Isso significa que Tribunal quer ouvir o que ele tem a dizer sobre o tema”, analisa o reitor.
HISTÓRICO - Em junho de 2009, o Partido Democratas (DEM) entrou com uma ação no STF pedindo a suspensão do sistema de cotas na UnB, baseando-se no argumento de que, no Brasil, a exclusão do ensino superior decorre de problemas sócio-econômicos e não raciais – diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e África do Sul. O DEM também sustenta que o sistema de cotas raciais em universidades reforça o preconceito racial e é inconstitucional. Na UnB o sistema de cotas foi implantado em 2005 como uma política pensada para durar dez anos. Ele prevê a reserva de 20% das vagas do vestibular para afrodescendentes. Além da UnB outras 80 universidades públicas do país possuem algum tipo de sistema de ingresso diferenciado para afrodescendentes. Para fortalecer a defesa das cotas, está sendo organizado um “abraço ao STF” em 2 de março, um dia antes das audiências públicas com pessoas interessadas no tema, promovidas pelo Supremo entre os dias 3 e 5 do próximo mês.
Segundo o ministro interino da Seppir, Elói Ferreira de Araújo, é importante que se faça uma ampla mobilização em defesa das cotas. “A tese que fundamenta a ação do DEM é contrária à justiça social e agride as políticas de promoção da inclusão como um todo” afirma Araújo. “Está em desacordo com o ambiente que vivemos nesse país, além de ser cruel em relação à nossa história de exclusão e desigualdade”, complementa o ministro interino, que participou de uma reunião com o reitor da UnB sobre o tema nesta quarta, 03 de fevereiro. José Geraldo analisa que a ação movida pelo DEM contra a UnB coloca em risco outros tipos de ações afirmativas que favorecem mulheres, deficientes, entre outros grupos sociais excluídos. “É fundamental que se perceba que esse tipo de política melhora o país ao promover a inclusão econômica e social”, defende.
Ótimo o texto da Maria paula para reflexão.



Gostaria de fazer uns comentários rápidos, uma vez que durante 12 anos estive ligado à Educação Superior e discordo desta política esmoleira.

A idéia é que esta república foi comprada e feita numa base oligárquica, opulenta e com falta de governo ou de outra autorida de capaz de manter o equilíbrio da estrutura política, social, econômica, daí criou-se uma dívida social impagável. Não vamos especular motivos.

Piora com a libertação dos escravos, que sem apoio foram lançados à própria sorte, o que não foi privilégio do Brasil, mas foi muito acentuado aqui.

Os homens públicos que passaram por esta república até os dias de hoje , apenas se locupletam com o que não lhes pertence, não resgatam a dívida social que cada vez está mais perto de um colapso.
Prova disto é o Sistema Previdenciário 80 x 20 (dos 100% arrecadados 20% atende 80% da população e 80% atende aos barnabés do governo que representam 20%), além do sistema de saúde, escola, transporte, habitação, saneamento, etc...
Para descaradamente dissimular esta situação desmoralizadora provocada por este descaminho continuado de valores (LADROEIRA segundo Aurélio), os artífices desta patifaria inventam estas imundícies criando um racismo no nosso país que nunca existiu tão acintosamente, criando cotas como se um burro cinza trabalhasse melhor que um burro preto ou branco.
Não acredito em nenhuma solução pacífica para este país, não acredito em bandeirinhas brancas em Ipanema pedindo paz, (paz a quem? Aos traficantes ou a polícia para deixá-los em paz?)
Portanto gosto da partida do seu texto. Este Márcio Thomaz Bastos tem algo "além de aviões no céu de Brasília".
Abraços,
Luiz Antonio

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O Menestrel - Shakespeare - Veronica Shoffstall

Não deixe de assistir esta interpretação de Shakespeare até o fim. Excelente.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Luiz Antonio de Lacerda: Cotas Raciais

Luiz Antonio de Lacerda: Cotas Raciais

Cotas Raciais

EDUCAÇÃO E AS COTAS RACIAIS
Novamente voltamos a este assunto, desta vez vindo de Cachoeiro de Itapemirim/ES, de uma ex-aluna da Pós Graduação, que trabalha na área da educação pública federal, indignada  com as cotas raciais.
Teremos que distribuir o assunto por partes:
1. Porque já falei neste blog que o estudo deverá contemplar cotas raciais no Congresso Nacional, no Executivo, STF, Justiça, etc... Acredito que neste caminho irá empacar tudo.
2. Tenho uma visão diferenciada mais racional sobre esteas cotas, muito parecida com a da Maria Paula, e se não ficar muito grande concluirei com ela.

Vamos ao que importa que é o texto que ela me escreveu.

"Caros colegas,

Bom dia. Segue um texto sobre a continuação das discussões raciais.
Gostaria de frisar que não tenho problemas com nenhuma raça ou credo. Pode ser negro, branco, amarelo, vermelho ou se pintar de roxo, não me importa. Caráter não tem cor, e é isto o que importa dentro do ser humano.
Fica aqui somente uma pergunta: tenho lindos sobrinhos, 2 loiros e um ruivinho, e gostaria de perguntar: eles não estão sendo discriminados com estas cotas? E minhas amigas que se matam de trabalhar para pagar uma boa escola para seus filhos, não estão sendo discriminadas? Uma prima tem uma bela filha mulata, inteligentíssima, estudante de escola pública. A cota não seria diminuir seu esforço e inteligência? Ensino público de qualidade não seria continuar a incentivá-la?
Será que o caminho não seria melhorar a qualidade do ensino desde a sua base? Me lembro muito bem que o meu pai me dizia, quando eu era criança, que aluno que estudava em escola particular (na época dele, vamos deixar claro) era porque não era aceito em outras escolas públicas ou porque era do tipo "pagou passou". Grandes profissionais de minha cidade são oriundos de escolas públicas, e os que pude arguir sempre me garantiram que elas eram de excelente qualidade. Então por que não resgatar esta qualidade? Não seria mais justo? Até mesmo com as classes mais desfavorecidas?
Lembro de minha infância, onde em minha casa tínhamos uma pessoa muito amada que auxiliava minha mãe com as crianças e a casa, mas principalmente comigo. Ela era uma linda e pequenina moça negra, de voz macia e olhar angelical, o meu anjo da guarda na terra. Minha mãe sempre dizia que ela deveria continuar os estudos, que aquilo seria a condição para ela ficar conosco. Minha mãe não tem o segundo grau completo, mas é uma mulher muito inteligente e culta. O meu anjo terrestre formou-se em técnica de contabilidade e depois graduou-se em contabilidade. Aprendi desde menina que devemos dar chances para que as pessoas mostrem o seu potencial. A cor da pele do meu anjo nunca foi um problema para nós. Seu caráter sempre foi translúcido!
Leis não faltam, até mesmo dizendo das obrigações para com os cidadãos em matéria de ensino, mas por que elas não são cumpridas? E se são, por que sua qualidade caiu tanto? Houve uma época que professor ia de te rno e gravata para a sala de aula, era visto como um mestre realmente, tinha seu destaque na sociedade, afinal, era (e deveria continuar sendo) ele quem formava (e continua a formar) os cidadãos que governaram e os que herdarão este mundo, não é?
Amigos coloridos (sem qualquer sarcasmo ou conotação pejorativa), de todas as raças, sejam vocês amarelos, negros, brancos ou vermelhos, seus filhos não são incapazes para necessitarem de bolsa disto ou daquilo, o que eles precisam é de um ensino de qualidade para poderem mostrar o seu verdadeiro potencial. Não deixem que o governo escreva nas entrelinhas que eles são incapazes e, por isto, devem receber a bolsa como um " empurrãozinho"."
ESCOLA DE QUALIDADE PARA NOSSOS FILHOS, DESDE A TENRA INFÂNCIA ATÉ O NÍVEL SUPERIOR!Cachoeiro de Itapemirim, 09 de fevereiro de 2012.
Paula Delmaestro Rosa

Vou colocar o artigo do jornal que gerou esta indignação:
Ex-ministro da Justiça deve defender cotas raciais no STF
Márcio Thomaz Bastos foi convidado pelo ministro da Promoção da Igualdade Racial. Audiências públicas começam em março.UnB Agência
O advogado criminalista e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos vai atuar em defesa do sistema de cotas raciais da Universidade de Brasília (UnB) no julgamento do Superior Tribunal Federal (STF). Bastos afirmou à UnB Agência que decidiu participar do processo por considerá-lo uma “causa justa”. “As cotas são um mecanismo importante de justiça social”, afirmou. “É o pagamento de uma dívida histórica”. O advogado participará do processo como amicus curiae, representando entidades que, embora não participem da ação, têm interesse na matéria. No caso do processo contra as cotas raciais da UnB, organizações sociais a favor e contrárias às cotas raciais têm direito de apresentar nomes de juristas que representem seu ponto de vista para participar do processo e, dessa maneira, subsidiar a decisão dos ministros do STF.
Os nomes devem passar pelo aval do relator do processo no STF, Ricardo Lewandowski, e, se aprovados, terão direito de se manifestar durante o julgamento do processo. O convite para participar do processo a Bastos foi feito pelo ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santos. Para o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, a participação de Bastos fortalece a defesa das cotas. “Ele falará na condição de representante da sociedade e será uma expressão acolhida pelo STF. Isso significa que Tribunal quer ouvir o que ele tem a dizer sobre o tema”, analisa o reitor.
HISTÓRICO - Em junho de 2009, o Partido Democratas (DEM) entrou com uma ação no STF pedindo a suspensão do sistema de cotas na UnB, baseando-se no argumento de que, no Brasil, a exclusão do ensino superior decorre de problemas sócio-econômicos e não raciais – diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e África do Sul. O DEM também sustenta que o sistema de cotas raciais em universidades reforça o preconceito racial e é inconstitucional. Na UnB o sistema de cotas foi implantado em 2005 como uma política pensada para durar dez anos. Ele prevê a reserva de 20% das vagas do vestibular para afrodescendentes. Além da UnB outras 80 universidades públicas do país possuem algum tipo de sistema de ingresso diferenciado para afrodescendentes. Para fortalecer a defesa das cotas, está sendo organizado um “abraço ao STF” em 2 de março, um dia antes das audiências públicas com pessoas interessadas no tema, promovidas pelo Supremo entre os dias 3 e 5 do próximo mês.
Segundo o ministro interino da Seppir, Elói Ferreira de Araújo, é importante que se faça uma ampla mobilização em defesa das cotas. “A tese que fundamenta a ação do DEM é contrária à justiça social e agride as políticas de promoção da inclusão como um todo” afirma Araújo. “Está em desacordo com o ambiente que vivemos nesse país, além de ser cruel em relação à nossa história de exclusão e desigualdade”, complementa o ministro interino, que participou de uma reunião com o reitor da UnB sobre o tema nesta quarta, 03 de fevereiro. José Geraldo analisa que a ação movida pelo DEM contra a UnB coloca em risco outros tipos de ações afirmativas que favorecem mulheres, deficientes, entre outros grupos sociais excluídos. “É fundamental que se perceba que esse tipo de política melhora o país ao promover a inclusão econômica e social”, defende.

Ótimo texto para reflexão.
Gostaria de fazer uns comentários rápidos, uma vez que durante 12 anos estive ligado à Educação Superior e discordo desta política esmoleira.
A idéia é que esta república foi comprada e feita numa base oligárquica, opulenta e com falta de governo ou de outra autorida de capaz de manter o equilíbrio da estrutura política, social, econômica, daí criou-se uma dívida social impagável. Não vamos especular motivos.
Piora com a libertação dos escravos, que sem apoio foram lançados à própria sorte, o que não foi privilégio do Brasil, mas foi muito acentuado aqui.

Os homens públicos que passaram por esta república até os dias de hoje , apenas se locupletam com o que não lhes pertence, não resgatam a dívida social que cada vez está mais perto de um colapso.

Prova disto é o Sistema Previdenciário 80 x 20 (dos 100% arrecadados 20% atende 80% da população e 80% atende aos barnabés do governo que representam 20%), além do sistema de saúde, escola, transporte, habitação, saneamento, etc...

Para descaradamente dissimular esta situação desmoralizadora provocada por este descaminho continuado de valores (LADROEIRA segundo Aurélio), os artífices desta patifaria inventam estas imundícies criando um racismo no nosso país que nunca existiu tão acintosamente, criando cotas como se um burro cinza trabalhasse melhor que um burro preto ou branco.

Não acredito em nenhuma solução pacífica para este país, não acredito em bandeirinhas brancas em Ipanema pedindo paz, (paz a quem? Aos traficantes ou a polícia para deixá-los em paz?)

Portanto gosto da partida do seu texto. Este Márcio Thomaz Bastos tem algo "além de aviões no céu de Brasília".

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Cats Musical - Memory

Quem viu ao vivo: sem Comentários.

Você já foi Campeão? Aproveite

Eu sinceramente não acreditaria, mas a fonte que enviou não tem falhado. Reservo o direito de resguardá-la, mas por 50,00 eu conto para todo mundo.


Você já foi campeão? Corra e se inscreva logo.

É DE SETEMBRO, MAS NÃO FOI DEVIDAMENTE DIVULGADA.

O gol que o Tostão acabou de marcar foi o maior da sua carreira. Parabéns.

25/09/09 - 18h - Presidente Lula define prêmio para jogadores que venceram a Copa do Mundo; valor pode chegar a 465 mil reais

O presidente Lula e a Associação dos Campeões Mundiais do Brasil negociam aposentadoria e indenização para os atletas da seleção que ganharam Copas do Mundo. O benefício valerá inicialmente aos ex-jogadores de 1958 e se estenderá, posteriormente, a quem atuou nos Mundiais de 1962, 1970, 1994 e 2002. Reunião na Casa Civil discutiu as cifras a serem pagas aos campeões. Inicialmente, o valor negociado para cada um gira em torno de mil salários mínimos, no caso da indenização (465 mil reais), e de dez salários mínimos (4.650 reais), o teto da Previdência, para a aposentadoria. A expectativa é que o anúncio da nova medida seja feito pelo governo na próxima semana.
O texto abaixo foi escrito por TOSTÃO, ex-jogador de futebol, comentarista esportivo, escritor e médico, e foi publicado em vários jornais do Brasil:
Tostão escreveu:-

Na semana passada, ao chegar de férias, soube, sem ainda saber detalhes, que o governo federal vai premiar, com um pouco mais de R$ 400 mil, cada um dos campeões do mundo, pelo Brasil, em todas as Copas.
Não há razão para isso. Podem tirar meu nome da lista, mesmo sabendo que preciso trabalhar durante anos para ganhar essa quantia.
O governo não pode distribuir dinheiro público. Se fosse assim, os campeões de outros esportes teriam o mesmo direito. E os atletas que não foram campeões do mundo, mas que lutaram da mesma forma? Além disso, todos os campeões foram premiados pelos títulos. Após a Copa de 1970, recebemos um bom dinheiro, de acordo com os valores de referência da época..

O que precisa ser feito pelo governo, CBF e clubes por onde atuaram esses atletas é ajudar os que passam por grandes dificuldades, além de criar e aprimorar leis de proteção aos jogadores e suas famílias, como pensões e aposentadorias.
É necessário ainda preparar os atletas em atividade para o futuro, para terem condições técnicas e emocionais de exercer outras atividades.
A vida é curta, e a dos atletas, mais ainda.
Alguns vão lembrar e criticar que recebi, junto com os campeões de 1970, um carro Fusca da prefeitura de São Paulo. Na época, o prefeito era Paulo Maluf. Se tivesse a consciência que tenho hoje, não aceitaria.
Tinha 23 anos, estava eufórico e achava que era uma grande homenagem.
Ainda bem que a justiça obrigou o prefeito a devolver aos cofres públicos, com o próprio dinheiro, o valor para a compra dos carros.
Não foi o único erro que cometi na vida. Sou apenas um cidadão que tenta ser justo e correto. É minha obrigação.
Tostão



VAMOS FAZER CIRCULAR ESTA, PARA DIVULGAR MAIS UMA ABERRAÇÃO DO NOSSO PRESIDENTE COM O NOSSO DINHEIRO

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

VAIO NUNCA MAIS - SONY UM EMBUSTE

Olhe bem este computador. É UM VAIO VGN-FW280AY comprado na loja da Sony por R$9.000,00 em junho de 2009.


NUNCA FUNCIONOU DIREITO. E A SONY NÃO SE IMPORTA COM ISTO. VIVA O PAÍS DO PANETONE.

A assistência técnica vem sendo consultada desde o mes de julho deste ano e nada resolveu. O aparelho é lento, desconfigura, tem que reformatar sempre, não aceita os programas nem grava, e a Sony não dá a mínima para o cliente.
Trabalho com o equipamento, e os prejuízos, fora telefonemas, compra de Windows 7 que mandaram eu fazer e outars barbaridades são incalculáveis.

Finalmente permitiram que levassem numa autorizada que condenou a MainBoard e O HD, porém não existe peças para este equipamento.

Desde o dia 30 o Vaio está parado e ninguém sabe de nada. Só falam que talvez semana que vem eles acertem.

Pensem  bem antes de comprar um Vaio. Hoje no Brasil é somente fama. Tenho duas filmadoras Sony de última geração uma comprada nos EUA e outra no Brasil, e nem se compara a brasileira com as americanas. Por que?.

A assitência técnica atende (não todos) mau humorada e sem conhecimento do Vaio. Tiraram o equipamento de linha. O SAC é ruim, mofado, não retorna. Há gerente nesta terra? não acredito.

Parece que há uma síndrome de safadeza neste país que até as empresas que se destacavam e brilhavam, viraram um nada. Tive QUATRO VAIO, tenho duas filmadoras, um tripé, duas câmeras CyberShot, memórias, etc...
O que fizeram com esta empresa? e quantas outras estão assim? confiar em quem?
Isto é a Síndrome do Panetone ARRUDA. A patifaria engraçada, que gera piada.
Nós trabalhamos, ralamos, pagamos um imposto de maluco e nem multinacional nos respeita mais.

Entrem no site  www.reclameaqui.com.br  e coloquem na busca VAIO. Vejam o resultado e as respostas.

Irei até o fim nesta questão. Sei que estão procurando peça velha pelo Brasil para substituir na minha máquina.. Antes que façam tomarei minhas providências.

VAIO, NUNCA MAIS