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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Luiz Antonio de Lacerda: A EXPRESSÃO VERBAL NAS ESCOLAS

Luiz Antonio de Lacerda: A EXPRESSÃO VERBAL NAS ESCOLAS

A EXPRESSÃO VERBAL NAS ESCOLAS

A EXPRESSÃO VERBAL NAS ESCOLAS


Roteirista de ‘Tropa de Elite fala a jovens de Diadema
http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=147751&secao=6

Da Redação

Bráulio Mantovani, roteirista dos filmes Cidade de Deus, de Fernando Meireles, indicado ao Oscar 2004, e Tropa de Elite, de José Padilha, participa nesta segunda-feira (31/08) de aula do Projeto Social Oficinas Querô, que utiliza o cinema para resgatar a cidadania em áreas de vulnerabilidade social.
O bate-papo com o roteirista encerra as atividades de agosto do Projeto Querô e contará também com a presença de 10 alunos ouvintes selecionados pelo Cine Eldorado e pelo Ponto de Cultura Comunidade Audiovisual de Diadema, ambos ligados à Secretaria de Cultura. Mantovani falará sobre sua carreira e sobre o processo de criação de roteiro.
As oficinas prevêem aulas com nomes de destaque do cinema brasileiro. Em 10 de agosto, a aula inaugural levou ao projeto o cineasta Carlos Cortez, diretor do longa-metragem Querô, rodado em Santos e que deu origem ao projeto. Na última quinta-feira (27/08) os jovens realizaram a primeira filmagem, para um curta experimental de um minuto.
Durante um ano os jovens, com idades entre 14 e 17 anos, terão aulas diárias de cinema em todas as suas etapas, incluindo roteiro, produção, direção, edição, distribuição e divulgação. Ao final, eles produzirão três curtas-metragem. Haverá ainda aulas voltadas à formação humana, cidadania, expressão verbal e informática.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Mais uma turma com um grande destaque



Mais uma turma do Curso de Expressão Verbal Luiz Antonio de Lacerda
www.rededetreinamento.com.br



Larissa Silva da Conceição, concluiu neste sábado com excelente desempenho o Curso de Expressão Verbal da Rede de Treinamento Empresarial, turma de sábado matutina nas instalações do CET-FAESA.

Larissa estudante de História apresentou como trabalho de conclusão um discurso comovente demonstrando sua evolução e a importância do curso no que se refere a se tornar uma pessoa reflexiva, mais calma e com idéias muito bem concatenadas e fundamentadas.
O discurso, preparado em 40 minutos, surpreendeu pela riqueza do vocabulário, a pronúncia a posição e gestos elegantes com que foi feito.

Laryssa está convidada para nos acompanhar o tempo que quiser em todas as turmas, face ao interesse e desenvolvimento rápido no curso.

Já temos uma professora em potencial, que sai na frente com habilidade para entender a platéia hostil, dirigir-se a todos com delicadeza, não perder o raciocínio e o gosto pela leitura. Com certeza terá uma legião de alunos-fã. Ela já sabe que o medo será sempre suplantado pelo conhecimento e a tranquilidade.

Se ela nos permitir dentro de uma semana colocaremos este trabalho final no YouTube.

Parabéns Larissa.

Luiz Antonio de Lacerda




www.rededetreinamento.com.br
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domingo, 16 de agosto de 2009

Talento não basta





No Administradores.com.br, Karin Sato aborda com muita propriedade a importância do comportamento e da relação interpessoal dos profissionais de hoje sob o título " Talento não basta! Sobreviva em setores saturados de bons profissionais".
Temos repetidamente abordado o assunto em nosso blog, twitter, e nas aulas de Expressão Verbal a importância do profissional reflexivo, que sabe se portar, concatenar e apresentar idéias, falar com elegância e boa dicção.
Este profissional aprende a ouvir, tem postura, aprende a se vestir adequadamente, a sentar, a conversar, e enfrentar situações inesperadas através de técnicas e exercícios simples.

Faz reuniões objetivas, apresenta resultados e propõe planos de forma adequada.
Continua minha luta para mudar este quadro no nosso Estado. Fico repetitivo quando novamente pergunto diante de um momento de crise, o que fazer?
Diminuir custos pode ser a primeira medida a ser sugerida. Correta, desde que se saiba o que cortar ou não cortar. Mas cortar treinamentos não é a saída. Ao contrário, é justamente quando se passa por uma crise que se deve estar mais atento e focado nessas atividades.

A hora da crise é a hora de colocar em prática o que vinha sendo adiado, escutar as pessoas, quebrar paradigmas, fazer reuniões de motivação e brain storming.

Durante 12 anos trabalhei na Coca-Cola Indústrias Ltda, no Brasil, em dois diferentes fabricantes, e os momentos de baixa venda no inverno e as crises eram os momentos de treinar as equipes, rever as campanhas, reformar os veículos e equipamentos de fabricação. Era também o momento da motivação, hora de rever as rotas de vendas, conhecer os clientes e melhorar o relacionamento com todos os "stockholders".
Quando saíamos da tempestade estávamos com o barco novo, pintado e com a “tripulação” pronta para entrar em ação, enquanto a concorrência ainda ia começar a agir.
Por isso afirmo, sem a menor sombra de dúvida que, se este é o momento de crise para os empresários do Espírito Santo, é também a oportunidade para oferecer aos seus funcionários um treinamento diferenciado, que irá colocá-lo um passo à frente de concorrência quando as coisas melhorarem.

O Curso de Expressão Verbal Luiz Antonio de Lacerda, oferecido pela Rede de Treinamento Empresarial, vem atender justamente a essa necessidade, uma vez que sua proposta é fazer com que executivos, gerentes e todos os envolvidos na operação se comuniquem melhor, apresentem novos produtos e façam palestras e reuniões produtivas e elegantes, com técnica, vocabulário adequado e boa dicção. Ou seja, para que melhorem o relacionamento interpessoal e cresçam profissionalmente.

E é claro que há espaço para crescer, os grupos estão crescendo, novas empresas estão surgindo e nunca o "saber lidar com o conhecimento" foi tão valorizado. Há espaço e razões para melhorar a expressão verbal de seus funcionários.

Formado há 25 anos em administração, com especialização em Marketing, pesquisas na Nielsen, Sistemas de Informação ERP, CRM na Intel, Mestrado na FGV, aperfeiçoamento em Londres e 12 anos lecionando no ensino superior, tenho apresentando trabalhos em painéis nos fóruns mundiais da educação e acompanhando as mudanças tecnológicas que estamos vivendo.

Por isso mesmo, continuo me questionando: por que o Espírito Santo investe tão pouco em seus funcionários e no potencial jovem?

Porque que todas as vezes que uma empresa grande se instala aqui, 60% a 70% da mão de obra especializada é contratada fora?

Foi pra contribuir na mudança desse quadro que dei início à REDE, sendo a capacitação dos excelentes profissionais de nosso estado, com padrão internacional de qualidade, minha maior missão.

E qual é a sua?

Luiz Antonio de Lacerda

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

País Permissivo

País Permissivo

<http://ladelacerda.mail2@blogger.com/>
http://ladelacerda.mail2@blogger.com/

Querida Mariza

Tomei a liberdade de lhe responder no meu blog. Acredito que maais pessoas
tem que refletir sobre este momento delicado e obscuro que o país está
passando na mão desta camarilha e o próprio AliBaba que talvez nem precise
dela.
Após dedicar 32 anos da minha vida a este país e ainda achar que poderia
insistir cheguei a conclusão de que não tem mais jeito não!

Só um trauma violento neste país, sem precedentes. Destes que nunca houve e
que nunca mais vai haver. Só assim teremos respeito e sossego. È uma gente
porca com um só ideal: Acabar com tudo, roubar tudo. Analfabetos,
incompetentes, burros e ladrões. Desmantelar é o lema. Dinheiro para quem
for malandro igual ao chefe, bolsa tudo, sem-terra, sem-vergonha, sem-pudor,
sem-moral, e por aí vão os sem tipos como Franklin Martins, e outros a
serviço da bandidagem.

É uma metástase sem cura. Só se extirpa a ferro e fogo. Tem que matar o
doente.

Infelizmente Mariza não há saída. O bicho já tomou todos os poderes, os
organismos privados, o cidadão, TUDO. Até os estrangeiros que aqui vem
passear se adaptam rápido a essa nojeira.

Flanelinha, mortes banalizadas, policia e bandido (quem é quem?), não há
NADA, NADA direito no país. E nada pode ser feito.

Veja este homem chegando na velhice, continua bandido, ladrão, maldito e
nojento que a Lúcia Hipólito aborda com até com uma certa benevolência;
tinha que cortar as duas mãos deste canalha. Vai morrer e deixar esta lama
até a quarta ou quinta geração. Foi assim que eles ensinaram. Quantos
morreram de fome? Eu estive lá no Maranhão em 89 trabalhando dois meses com
eles. Voltei correndo. Roubavam os tickets e vendiam o leite. Pagavam dois
carros recebiam um e embolsavam o dinheiro do outro. Não conseguia ver
aquilo. Crianças de cidades próximas administradas por prefeitos
oposicionistas não recebiam ticket de leite. As crianças morriam de fome.

Para mim, Mariza isto é mais que suficiente. Isto basta porque fede e é
amorfo.

A única coisa que precisa são as forças armadas, que estão a pão e água,
sair deste estado apático e se pronunciar GROSSO. Eles têm o respeito do
povo e se erraram não foi roubando nem colocando estes barbudos ladrões e
nojentos para saquear o país. A constituição deve ser defendida por eles e
alguma coisa tem que ser feita.O ministro da defesa não me parece
qualificado para sentar-se à mesa com gente tão preparada, honesta 'as vezes
ing~enuas, para falar sobre defesa nacional. Defender o que? Temos que nos
defender deles.

Estão roubando tudo, até os quartéis não estão resistindo por falta de
verba. Os contingentes reduziram-se à metade para não pagar almoço. Não há
mais exercício militar. Temos uma fronteira imensa e nem um barco, ou avião
que possa voar porque não tem dinheiro para a gasolina.
BASTA!

Isto irrita o cidadão de bem, acaba com auto-estima, destrói a cidadania:
Vira terra de ninguém.

Beijos,

Luiz Antonio

De: Mariza
Enviada em: terça-feira, 11 de agosto de 2009 08:28
Para: Mariza
Assunto: NOJENTO

LÚCIA HIPÓLITO - O ocaso do coronel Sarney

( Jornalista CBN )

Êta pais permissivo!

Até quando os idiotas aqui que trabalham vão ser coniventes com esta
situação??

As mais recentes denúncias sobre as estripulias do senador José Sarney estão
longe de ser as últimas e apontam na mesma direção de todas as anteriores: a
privatização de recursos e espaços públicos em benefício próprio. Ou de sua
família. E o desprezo às leis do país. Senão vejamos.

Distraído, Sarney não reparou que recebia mensalmente R$ 3,8 mil de
auxílio-moradia, mesmo tendo mansão em Brasília e tendo à disposição a
residência oficial de presidente do Senado. Culpa da burocracia do Senado.

Distraidíssimo, Sarney esqueceu de declarar sua mansão de R$ 4 milhões à
Justiça Eleitoral. Culpa do contador.

Precavido, requisitou seguranças do Senado para proteger sua casa em São
Luís, embora seja senador pelo Amapá.

Milionário (embora o Maranhão continue paupérrimo), não empregou duas
sobrinhas e seu neto em suas inúmeras empresas. Preferiu que se empregassem
no Senado.

Milionário generoso, não quis deixar a viúva de seu motorista ao relento.
Empregou-a para servir cafezinho no Senado, em meio expediente, com salário
de R$ 2,3 mil. Ah, e alojou-a em apartamento na quadra dos senadores.

Generoso, não impediu que seu outro neto fizesse negócios milionários com
crédito consignado no Senado. Ainda generoso, entendeu que um agregado da
família deveria ser também empregado como motorista do Senado com salário
atual de R$ 12 mil, mas trabalhando como mordomo na casa da madrinha, sua
filha e então senadora Roseana Sarney.

Aliás, Roseana considerou normal convidar um grupo de amigos fiéis para um
fim de semana em Brasília, com passagens pagas pelo Congresso. Seu filho,
Fernando Sarney, o administrador das empresas, que sequer é parlamentar,
considerou normal ter passagens aéreas de seus empregados pagas com
passagens da quota da Câmara dos Deputados.

Patriarca maranhense, ocupou as dependências do Convento das Mercês, jóia do
patrimônio histórico, e ali instalou seu mausoléu. O Ministério Público já
pediu a devolução, mas está complicado. Não é um fofo?

Um dos mais recentes escândalos cerca justamente a Fundação José Sarney, que
se apoderou das instalações do Convento das Mercês. Consta que R$1.300 mil
captados através da Lei Rouanet junto à Petrobrás, para trabalhos culturais
na Fundação José Sarney foram.... desviados. Não há prestação de contas, há
empresas-fantasmas, notas fiscais esquisitas. Enfim, marotice, para dizer o
mínimo. Mas Sarney alega que só é presidente de honra da Fundação. Culpa dos
administradores.

E o escândalo mais recente (na divulgação, não na operação): Sarney seria
proprietário de contas bancárias no exterior não declaradas à Receita
Federal. Coisa do amigão Edemar Cid Ferreira, amigão também da governadora
Roseana Sarney a quem, dizem, costumava emprestar um cartão de crédito
internacional. Coisa de gente fina.

Em suma, acompanhando as peripécias de José Sarney podemos revelar as
entranhas do coronelismo, do fisiologismo, do clientelismo. Do arcaísmo.
Tudo isto demora a morrer. Estrebucha, solta fogo pela venta. Mas um dia
desaparece.

Tal como os dinossauros.

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