No Administradores.com.br, Karin Sato aborda com muita propriedade a importância do comportamento e da relação interpessoal dos profissionais de hoje sob o título " Talento não basta! Sobreviva em setores saturados de bons profissionais".
Temos repetidamente abordado o assunto em nosso blog, twitter, e nas aulas de Expressão Verbal a importância do profissional reflexivo, que sabe se portar, concatenar e apresentar idéias, falar com elegância e boa dicção.
Este profissional aprende a ouvir, tem postura, aprende a se vestir adequadamente, a sentar, a conversar, e enfrentar situações inesperadas através de técnicas e exercícios simples.
Faz reuniões objetivas, apresenta resultados e propõe planos de forma adequada.
Continua minha luta para mudar este quadro no nosso Estado. Fico repetitivo quando novamente pergunto diante de um momento de crise, o que fazer?
Diminuir custos pode ser a primeira medida a ser sugerida. Correta, desde que se saiba o que cortar ou não cortar. Mas cortar treinamentos não é a saída. Ao contrário, é justamente quando se passa por uma crise que se deve estar mais atento e focado nessas atividades.
A hora da crise é a hora de colocar em prática o que vinha sendo adiado, escutar as pessoas, quebrar paradigmas, fazer reuniões de motivação e brain storming.
Durante 12 anos trabalhei na Coca-Cola Indústrias Ltda, no Brasil, em dois diferentes fabricantes, e os momentos de baixa venda no inverno e as crises eram os momentos de treinar as equipes, rever as campanhas, reformar os veículos e equipamentos de fabricação. Era também o momento da motivação, hora de rever as rotas de vendas, conhecer os clientes e melhorar o relacionamento com todos os "stockholders".
A hora da crise é a hora de colocar em prática o que vinha sendo adiado, escutar as pessoas, quebrar paradigmas, fazer reuniões de motivação e brain storming.
Durante 12 anos trabalhei na Coca-Cola Indústrias Ltda, no Brasil, em dois diferentes fabricantes, e os momentos de baixa venda no inverno e as crises eram os momentos de treinar as equipes, rever as campanhas, reformar os veículos e equipamentos de fabricação. Era também o momento da motivação, hora de rever as rotas de vendas, conhecer os clientes e melhorar o relacionamento com todos os "stockholders".
Quando saíamos da tempestade estávamos com o barco novo, pintado e com a “tripulação” pronta para entrar em ação, enquanto a concorrência ainda ia começar a agir.
Por isso afirmo, sem a menor sombra de dúvida que, se este é o momento de crise para os empresários do Espírito Santo, é também a oportunidade para oferecer aos seus funcionários um treinamento diferenciado, que irá colocá-lo um passo à frente de concorrência quando as coisas melhorarem.
O Curso de Expressão Verbal Luiz Antonio de Lacerda, oferecido pela Rede de Treinamento Empresarial, vem atender justamente a essa necessidade, uma vez que sua proposta é fazer com que executivos, gerentes e todos os envolvidos na operação se comuniquem melhor, apresentem novos produtos e façam palestras e reuniões produtivas e elegantes, com técnica, vocabulário adequado e boa dicção. Ou seja, para que melhorem o relacionamento interpessoal e cresçam profissionalmente.
E é claro que há espaço para crescer, os grupos estão crescendo, novas empresas estão surgindo e nunca o "saber lidar com o conhecimento" foi tão valorizado. Há espaço e razões para melhorar a expressão verbal de seus funcionários.
O Curso de Expressão Verbal Luiz Antonio de Lacerda, oferecido pela Rede de Treinamento Empresarial, vem atender justamente a essa necessidade, uma vez que sua proposta é fazer com que executivos, gerentes e todos os envolvidos na operação se comuniquem melhor, apresentem novos produtos e façam palestras e reuniões produtivas e elegantes, com técnica, vocabulário adequado e boa dicção. Ou seja, para que melhorem o relacionamento interpessoal e cresçam profissionalmente.E é claro que há espaço para crescer, os grupos estão crescendo, novas empresas estão surgindo e nunca o "saber lidar com o conhecimento" foi tão valorizado. Há espaço e razões para melhorar a expressão verbal de seus funcionários.
Formado há 25 anos em administração, com especialização em Marketing, pesquisas na Nielsen, Sistemas de Informação ERP, CRM na Intel, Mestrado na FGV, aperfeiçoamento em Londres e 12 anos lecionando no ensino superior, tenho apresentando trabalhos em painéis nos fóruns mundiais da educação e acompanhando as mudanças tecnológicas que estamos vivendo.
Por isso mesmo, continuo me questionando: por que o Espírito Santo investe tão pouco em seus funcionários e no potencial jovem?
Porque que todas as vezes que uma empresa grande se instala aqui, 60% a 70% da mão de obra especializada é contratada fora?
Foi pra contribuir na mudança desse quadro que dei início à REDE, sendo a capacitação dos excelentes profissionais de nosso estado, com padrão internacional de qualidade, minha maior missão.
E qual é a sua?
Luiz Antonio de Lacerda