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domingo, 20 de dezembro de 2009
MENSAGEM DE NATAL
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
MODERNÍSSIMO
Adrian Rogers, 1931
sábado, 28 de novembro de 2009
Newsletetter 2009
http://archive.constantcontact.com/fs050/1102681328025/archive/1102852033287.html?sms_ss=blogger
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Etiqueta e Expressão Verbal
http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/227604
Estou atrasado.
Terminando semana passada o EMPRETEC do SEBRAE aqui no Espirito Santo, assunto do próximo blog, não posso é deixar passar em branco artigo da jornalista Graziela Castilho do O Diário de Maringá, em uma excelente abordagem comportamental, coisa rara nos dias de hoje.
Como sempre estes artigos me despertam o interesse, por vir ao encontro do que venho escrevendo há muito tempo: Precisamos de uma reformulação na educação cidadã, aprender a falar, comunicar e expressarmo-nos com padrão muito diferenciado do que vemos nas Universidades e Faculdades. Os alunos aprendem (?) a ler e escrever mas o exercício livre de teatro, artesanato, música, educação, interação e jogos está desaparecendo.
Só sala de aula mandando calar a boca não desenvolve ninguem, muito menos ficar apontando erros o tempo inteiro. Faz falta falar do Ensino Bancário de Paulo Freire.
Temos comprovado no nosso Curso de Expressão Verbal e Oratória que os alunos crescem a partir do momento que falam sobre assuntos que lhe interessam, de uma forma mais elegante, identificam o auditório, descobrem a origem do medo, tornam-se reflexivos, aprendem a ouvir e automaticamente partem atrás de mais conhecimento e educação. Justo o que a Graziela traz para os leitores dela.
Vou reproduzir na íntegra o artigo, com a devida autorização gentilmente cedida pela Jornalista.
Não pararemos de falar da importância deste tema porque ele faz a diferença e fará a mudança.
Foi para isso que eu vim. E você?
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Etiqueta organizacional impulsiona a carreira
gcastilho@odiariomaringa.com.br
Ninguém está livre de cometer gafes, mas ficar atento a alguns detalhes de postura, comportamento, vestimenta e expressão corporal, verbal e escrita evita deslizes que, em determinadas situações, podem ocasionar prejuízos profissionais. A psicóloga organizacional, Isla Gonçalves, que está há 20 anos no mercado, percebe que muitas pessoas têm um lento crescimento profissional por não atender esses itens.
Uma das falhas que, segundo Isla, a maioria dos profissionais comete é encarar o ambiente de trabalho como se fosse a sua própria casa. “Com isso transferem toda a sua forma de ser, como vestimenta e comportamento do dia a dia, esquecendo de que o local de trabalho exige postura profissional e não pessoal”, alerta. Ela acrescenta que quando a empresa se mostra mais permissiva a situação se potencializa.
Seguindo esse raciocínio, a consultora, coach e membro da Sociedade Brasileira de Coaching (SBCoaching), Sirmey Amaral, ressalta que outro deslize muito cometido é falar de problemas pessoais no ambiente de trabalho. “Procure desabafar com amigos. Na organização, o relacionamento é mais impessoal e com colegas de trabalho”, ressalta.
Outro cuidado importante em relação à fala, segundo Isla, é evitar se expressar de modo emotivo ou que denote julgamento e reclamações constantes e inadequadas. “Muitas vezes as pessoas agem assim por achar que o meio seria depositário de seus sentimentos mal canalizados”, afirma a psicóloga.
O emprego de gírias na comunicação interna ou externa, como “foi mal”, em vez de pedir desculpas ou “pera aí”, quando poderia dizer: “Pode aguardar um momento, por favor?”, também é muito prejudicial. “Há até quem tenha o hábito de dizer ‘só um momentinho meu amor, anjo, querido. Enfim, essas denominações precisam ser evitadas”, afirma Isla.
Tecnologia
Ferramentas como MSN e Orkut envolvem o cotidiano de muitos jovens e se tornam um problema quando utilizados particularmente em ambiente de trabalho. Na prática, segundo Isla, rouba a atenção e o tempo, que está sendo remunerado. “O pior é que quando a pessoa não dá conta do trabalho ou faz algo errado, diz que está sobrecarregado ou que não deu tempo”, comenta.
Pró-ativo
A coach também cita que aquele que se restringe em apenas executar as tarefas a ele delegadas, sem contribuir para a otimização do trabalho, também pode atrasar o progresso da carreira.
Nesse sentido, a psicóloga acrescenta que em plena era de globalização, os empresários esperam contar com a capacidade criativa dos funcionários para se manterem no mercado. “Atitudes pró-ativas fazem com que o profissional seja percebido como parceiro”, diz.
Imagem
Roupas discretas, conservadas, bem passadas e sem modismos, barba feita, dentes e cabelos alinhados parecem cuidados elementares em relação a imagem pessoal, mas causam impacto favorável.
“Todos sabem disso, mas há quem não se preocupe”, lamenta Isla. No entanto, ela diz que quem não se atenta a esses detalhes assistem a ascensão de outros, que além de cuidar da aparência, comunicação e comportamento, ainda se preparam com especialização na área em que atua.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
"Voce tem medo do que?"
Há uns três meses conheci virtualmente a Academia do Palestrante em São Paulo e me impressionou o trabalho que eles desenvolvem e atenção que eles tratam cada pessoa que se dirigem a eles.
Esta semana iniciei a leitura de " O Ritmo da Vida" de Mattew Kelly por indicação de Márcia Rizzi, grande amiga e profissional de treinamento em São Paulo. EXCELENTE INDICAÇÃO
Neste meio tempo me chega um artigo de Edmar Oneda, Sócio Fundador da Academia do Palestrante, que faz uma abordagem sobre o medo muito interessante, que dá para associar muita coisa ao que falamos em nosso Curso de Expressão Verbal e Oratória, (a grande mudança é a transparência e ética, a generosidade em ensinar, o próximo, etc...) mas bem mais profundo.
Não perdi tempo e pedi licença para publicar em todos os lugares que divulgo minhas atividades e sua generosidade foi imediata. Nossos agradecimentos também por permitir enriquecer nosso blog.
Portanto na íntegra o artigo.
Você tem medo do que?
http://www.academiadopalestrante.com.br/artigos/voce-tem-medo-do-que
Quem já sentiu medo na vida? Talvez para muitos só em pensar já dá um medinho. É bem provável que você estaja associando alguns medos lá da infância que tanto o atormentavam, que hoje não representam nada, e são motivos para soltar boas gargalhadas.
Mas o tempo passou e hoje você é um adulto, provavelmente esteja casado, com filhos, empregado em uma boa empresa, ocupando um cargo de responsabilidade, tocando a vida com empenho. E agora os seus medos são outros, são os medos de gente grande.
Pesquisando um pouco sobre o significado da palavra medo, descobri:
"O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico, etc"O medo é tudo aquilo que te impossibilita de agir, que paralisa.
Este assunto é amplo, pois para o nosso cérebro, nem todos os medos são iguais, por isso cada medo no seu lugar. Só para você ter idéia, tem gente que tem medo da sua própria voz! Este medo é chamado de Fonofobia. É um medo que se manifesta pelo horror à sua própria voz e pavor de falar alto. Não confunda este com o medo de falar em público.
Convido você para refletir sobre um outro lado do medo, o de enfrentar a verdade. Muitas vezes, lidar com a verdade é algo que nos assusta. Parece que existe um fantasma que fica sussurrando em nosso ouvido e que podemos chamar de A Voz da Consciência.
Você deve estar se perguntando: o título deste artigo deveria ser "Mentira ou Verdade".
Uma das formas de manifestar o medo é mentir, mascarar, adotar uma postura com um tom de arrogância, ficar na defensiva. O medo faz com que criemos um estado ilusório sobre a nossa realidade. Em muitos dos casos a pessoa sabe que está mentindo, ela usa isso como uma estratégia de fuga.
Penso que cada um tem um motivo para adotar tal postura. Por trás de cada mentira existe uma falsa verdade: por trás de cada medo deve existir uma causa.
Em muitos casos, esse conjunto de sentimentos faz com que criemos alguns cenários que nos exigem tempo e muito esforço para administrar, às vezes vivemos este sentimento com tanta intensidade que nos confundimos. Quem sou eu realmente nesta história?
É nas situações do nosso dia a dia com as pessoas do nosso cotidiano que nos confrontamos com alguns medos. Quer ver? Tem gente que tem medo de perder a pessoa amada, tem aqueles que têm medo de dizer "não te amo mais, está tudo acabado". Outro que é bem comum, é o medo de dizer "Não", "não gostei", "não quero", "não posso", "não tenho", para muitos este é um ato de muita coragem.
Um que eu acho cruel, é o medo do que você é capaz de fazer. Tem aquelas pessoas que têm medo de ficar nervosas de meter a mão na cara do chefe pelo descontrole das emoções. E tem aquelas pessoas que têm medo da sua própria capacidade de conquistar o que deseja. Esse medo dói, confesso que já passei por ele, durante muito tempo tive o tal medo de ser feliz, de construir algo. Ainda bem que já superei.
Tem gente que se faz de corajoso, para encobrir seus medos. É igual a cachorro que late e não morde. Esses são fáceis de encontrar. Tem muita gente que tem medo de assumir suas fraquezas, suas incapacidades e acabam criando um cenário fictício. Me faço de rico mas não tenho dinheiro. Crio um cenário social que não condiz com a realidade. Até na área que eu atuo, que é o mercado de cursos e palestras, encontro com profissionais que se apresentam como Coach – PNL – Psicólogo e outras, sem nunca ter realizado uma formação na área, tudo para parecer que são entendidos no assunto. Que medo é esse?
Geralmente, quem adota essa postura procura ter um discurso bonito, falar bem, se apresentar de forma magnífica, tem certo poder de convencimento e envolvimento. Ficamos hipnotizados e chegamos a acreditar que tudo é verdade, sem coragem de dizer: "é tudo mentira!". Aí bate aquela vontade de gritar aos quatro cantos. Talvez o que nos impede de reagir é o medo das consequências. Isso é mais frequente do que se imagina. A todo momento somos confrontados por este sentimento. Veja a situação de alguns políticos da nação, eles acreditam que são seres superiores.
Vamos deixar de falar do nosso lado de vítima e vamos partir para o nosso lado de protagonista da nossa história. Qual o seu maior medo? O que este medo faz com você? Pensou? Então pense. Se tudo fosse possível, o que você faria para superar seus medos? Penso que todos nós temos medos.
Talvez o maior medo é a nossa própria coragem de enfrentar. Às vezes damos muita atenção ao medo e não tomamos atitudes para superar. Minha sugestão a você é: identifique qual o seu medo, pense como você seria sem este medo. Na seqüência veja quais são as possibilidades de superar e quais as consequências tanto de superar quanto de manter o medo. Diante destas respostas crie um plano de ação e comece a dar um pequeno passo diário no sentido do seu estado desejado. Durante o processo podem surgir várias situações que podem te deixar em dúvida. A pergunta que você deve se fazer é: "Esta atitude vai me aproximar ou me afastar do meu estado desejado?".
Agora coragem, você já tem alguns instrumentos para seguir.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Por que Expressão Verbal?
Me aprofundei neste asssunto e propus fazer um trabalho sério em Vitória, pois via a quantidade de cursos deste tipo no Rio, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, e nós apenas quando vinha alguem de São Paulo para fazer os cursos 'In Company" ou quando formavam uma turma e faziam em dois dias.
Passei 3 meses em São Paulo me preparando, adquiri equipamentos de última geração, trabalhando com a metodologia do melhor professor do Brasil, que foi meu último professor, e com livros em vez de apostilas ou material questionável. Tudo que havia de melhor que eu podia fazer foi feito.
Tenho batido de porta em porta, contando com o apoio de amigos, que disponibilizam um pouco do seu tempo para ajudar, o James e a Penha incansáveis com as instalações excelentes da Pós da Faesa e do CET FAESA, escrevendo meu Blog, e-mails, Twitter, Sites, enfim tudo o que pode ser feito e, continuo fazendo e acreditando.
Acredito que a saída para muita coisa que precisa ser ajustada é a transparência, ética e o exemplo. Mas tem que saber informar isto às pessoas. Cada público é um público, e temos obrigação de ajudá-los.
Aos empresários que não podiam pagar o curso para excelentes funcionários eu dei a bolsa com livros, DVD's e minha alma. Coloco todas as minhas fichas no altruísmo. As mudanças acontecerão assim. Não vejo outra forma. Acredito nisto.
Não valorizar o que é daqui, modismo, há outras prioridades, não me desanimam. Continuo trabalhando e vibrando com as transformações.
Hoje recebo mais um sopro de que devo continuar lutando. Semana passada fizemos palestra para a SECASE (Seminário Capixaba da Secretária) que contou com excelentes empresas do nosso estado e Segunda-Feira para a XXIV Curso de Estudos de Política e Estratégia da ADESG.
Reproduzo na íntegra o resumo da palestra do Max Gehringer feito esta semana sobre EXPRESSÃO VERBAL E EMPREENDEDORISMO.
Portanto os Empresários, Advogados, Juízes, e todos que precisam expressar-se melhor não precisam mais sair de Vitória.
Entre em contato conosco:
Curso de Comunicação Verbal Luiz Antonio de Lacerda - Rede de Treinamento Empresarial. (027) 3032 7171 www.rededetreinamento.com.br
Vamos à reportagem que me levou a escrever tanto:
http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=2601 – 08/10/2009 -17:40’
MAX GEHRINGER ACONSELHA SOBRE EMPREENDEDORISMO
COMUNICAÇÃO, INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE DEVEM ESTAR EM PAUTA
08/10/2009 - Amanda Seabra
Dentro das comemorações da Semana da Micro e Pequena Empresa, realizada pelo sistema SEBRAE em todo o País, foi realizada na noite do dia 06 a palestra “Mercado e Empreendedorismo”.
Proferida pelo consultor de carreiras, Max Gehringer, que ficou conhecido nacionalmente pelo grande público devido às suas participações em um quadro do “Fantástico”, da TV Globo, o evento abordou o mercado de trabalho.
Com muito bom humor, Gehringer conseguiu prender a atenção de uma platéia repleta de grandes e pequenos empresários por mais de duas horas, abordando questões como inovação, criatividade, atitude e atualização para se tornar um empreendedor e para fazer crescer sua empresa. O consultor iniciou sua palestra dando dois conselhos para as pessoas de uma maneira geral. “Costumo aconselhar todos, quem quer ou não ser um empreendedor, a fazer duas coisas: a primeira é um CURSO DE EXPRESSÃO VERBAL, que ensina a falar, isso porque o mercado de trabalho é diferente da escola, onde você pode passar de ano sem trocar uma palavra com o colega, basta estudar. Numa empresa você precisa se comunicar para evoluir, em algum momento você vai precisar falar em público.
“O outro conselho é fazer o curso de empreendedorismo do SEBRAE, porque você nunca sabe quando vai precisar empreender”, destacou. De acordo com Gehringer, o SEBRAE oferece uma gama de serviços para o empresário, muitas vezes gratuitos e que podem ser de grande valia. “É preciso perguntar para quem realmente pode ajudar, não adianta pedir a opinião do verdureiro sobre gestão de pessoas, é ao SEBRAE que o empresário deve se dirigir”, revelou. Sobre inovar, o consultor destacou que as mudanças não precisam ocorrer drasticamente. “Não é para virar a empresa de pernas para o ar, é procurar analisar os detalhes, ajustando esses detalhes e no final de alguns anos você vai olhar para trás e perceber a grande mudança”, concluiu.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
e o problema continua.......
Recebi este artigo do meu cunhado Pedro Amaral, publicado na Veja há algum tempo
Há tempos nas salas de aula, eu batia na tecla do ensino replicador, sem criatividade, que o professor falava o que o aluno queria ouvir, e assemelhava-se ao sistema bancário de ensino abordado por Paulo Freire em Pedagogia do Oprimido.
O professor deposita o seu conhecimento no "banco" (alunos), e no final do mes extrai o saldo: NADA MAIS PERVERSO.
Brincava em aula que depois que aprendíamos a tabuada ninguém na rua nos cumprimentava: - prazer Roberto, quanto é 8x9 ?
Tentando explicar que a utilização do aprendizado é para dedução, utilização nos campos de atuação, pesquisa e no desenvolvimento prório e do país.
Tentei de todas as formas reverter este quadro com seriedade, criar o aluno reflexivo. Buscava a participação o gosto pela pesquisa, a busca pelos problemas. O texto do Professor Kanitz cai como uma luva.
Nada disto é possível. O ensino do país passa por um desmonte e as soluções não saem do papel. Exceções localizadas dignas de aplausos existem. E só.
Hoje temos dificuldades em setores chaves de empresas, organismos governamentais, escolas e profissionais autônomos na comunicação verbal. E encontramos dificuldades em trazer o aluno para o seu próprio crescimento.
O Curso de Expressão Verbal e Oratória Luiz Antonio de Lacerda inicia duas turmas semana que vem. Ótima oportunidade para aprimorar suas habilidades.
Mais detalhes sobre a aula de apresentação em www.rededetreinamento.com.br/email?/aula10.htm
Eu vim para ajudar as pessoas a comunicar e relacionar-se melhor. Tornar mais o mundo mais habitável. E você?
Qual é o Problema?
Autor: Stephen Kanitz
Stephen Kanitz é brasileiro nato, com mestrado em administração por Harvard.
Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração.
Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente,
que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.
Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um.
O estudo de caso era uma novidade para mim.
Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é
e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula.
Essas informações podem ser dadas antes.
Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno
veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.
O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing,
em que a empresa gastava boas somas em propaganda,
mas as vendas caíam ano após ano.
Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro,
e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.
O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo.
Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil.
Não havia nenhuma pergunta do professor a responder.
O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras?
Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo
"Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?".
Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular
e perguntas do tipo "Quem descobriu o Brasil?".
Harvard queria justamente o contrário.
Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida.
Uma reviravolta e tanto.
Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas
que provavelmente iriam cair no vestibular.
Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo,
trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas.
Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível.
"Professor, qual é a pergunta?", perguntavam-me.
E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder,
a revolta era geral: "Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?".
Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas,
por uma razão muito simples:
é mais fácil para o aluno e também para o professor.
O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo.
E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.
Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência,
o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas.
O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.
Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir
que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil
e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês.
Nem vai lhe pedir para resolver "4/2 = ?".
Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita,
os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.
Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área.
Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas,
e não os que repetem suas melhores aulas.
Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a serem feitas,
depois de Aristóteles e Platão.
Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje.
O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.
Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia,
uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil,
a solução não demora muito a ser encontrada.
Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas
mais do que sair arrogantemente ditando respostas.
Se você ainda é um estudante,
lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A EXPRESSÃO VERBAL NAS ESCOLAS
Roteirista de ‘Tropa de Elite fala a jovens de Diadema
http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=147751&secao=6
Da Redação
Bráulio Mantovani, roteirista dos filmes Cidade de Deus, de Fernando Meireles, indicado ao Oscar 2004, e Tropa de Elite, de José Padilha, participa nesta segunda-feira (31/08) de aula do Projeto Social Oficinas Querô, que utiliza o cinema para resgatar a cidadania em áreas de vulnerabilidade social.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Mais uma turma com um grande destaque

Larissa Silva da Conceição, concluiu neste sábado com excelente desempenho o Curso de Expressão Verbal da Rede de Treinamento Empresarial, turma de sábado matutina nas instalações do CET-FAESA.
Larissa estudante de História apresentou como trabalho de conclusão um discurso comovente demonstrando sua evolução e a importância do curso no que se refere a se tornar uma pessoa reflexiva, mais calma e com idéias muito bem concatenadas e fundamentadas.
O discurso, preparado em 40 minutos, surpreendeu pela riqueza do vocabulário, a pronúncia a posição e gestos elegantes com que foi feito.
Laryssa está convidada para nos acompanhar o tempo que quiser em todas as turmas, face ao interesse e desenvolvimento rápido no curso.
Já temos uma professora em potencial, que sai na frente com habilidade para entender a platéia hostil, dirigir-se a todos com delicadeza, não perder o raciocínio e o gosto pela leitura. Com certeza terá uma legião de alunos-fã. Ela já sabe que o medo será sempre suplantado pelo conhecimento e a tranquilidade.
Se ela nos permitir dentro de uma semana colocaremos este trabalho final no YouTube.
Parabéns Larissa.
Luiz Antonio de Lacerda
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domingo, 16 de agosto de 2009
Talento não basta
A hora da crise é a hora de colocar em prática o que vinha sendo adiado, escutar as pessoas, quebrar paradigmas, fazer reuniões de motivação e brain storming.
Durante 12 anos trabalhei na Coca-Cola Indústrias Ltda, no Brasil, em dois diferentes fabricantes, e os momentos de baixa venda no inverno e as crises eram os momentos de treinar as equipes, rever as campanhas, reformar os veículos e equipamentos de fabricação. Era também o momento da motivação, hora de rever as rotas de vendas, conhecer os clientes e melhorar o relacionamento com todos os "stockholders".
O Curso de Expressão Verbal Luiz Antonio de Lacerda, oferecido pela Rede de Treinamento Empresarial, vem atender justamente a essa necessidade, uma vez que sua proposta é fazer com que executivos, gerentes e todos os envolvidos na operação se comuniquem melhor, apresentem novos produtos e façam palestras e reuniões produtivas e elegantes, com técnica, vocabulário adequado e boa dicção. Ou seja, para que melhorem o relacionamento interpessoal e cresçam profissionalmente.E é claro que há espaço para crescer, os grupos estão crescendo, novas empresas estão surgindo e nunca o "saber lidar com o conhecimento" foi tão valorizado. Há espaço e razões para melhorar a expressão verbal de seus funcionários.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
País Permissivo
<http://ladelacerda.mail2@blogger.com/>
http://ladelacerda.mail2@blogger.com/
Querida Mariza
Tomei a liberdade de lhe responder no meu blog. Acredito que maais pessoas
tem que refletir sobre este momento delicado e obscuro que o país está
passando na mão desta camarilha e o próprio AliBaba que talvez nem precise
dela.
Após dedicar 32 anos da minha vida a este país e ainda achar que poderia
insistir cheguei a conclusão de que não tem mais jeito não!
Só um trauma violento neste país, sem precedentes. Destes que nunca houve e
que nunca mais vai haver. Só assim teremos respeito e sossego. È uma gente
porca com um só ideal: Acabar com tudo, roubar tudo. Analfabetos,
incompetentes, burros e ladrões. Desmantelar é o lema. Dinheiro para quem
for malandro igual ao chefe, bolsa tudo, sem-terra, sem-vergonha, sem-pudor,
sem-moral, e por aí vão os sem tipos como Franklin Martins, e outros a
serviço da bandidagem.
É uma metástase sem cura. Só se extirpa a ferro e fogo. Tem que matar o
doente.
Infelizmente Mariza não há saída. O bicho já tomou todos os poderes, os
organismos privados, o cidadão, TUDO. Até os estrangeiros que aqui vem
passear se adaptam rápido a essa nojeira.
Flanelinha, mortes banalizadas, policia e bandido (quem é quem?), não há
NADA, NADA direito no país. E nada pode ser feito.
Veja este homem chegando na velhice, continua bandido, ladrão, maldito e
nojento que a Lúcia Hipólito aborda com até com uma certa benevolência;
tinha que cortar as duas mãos deste canalha. Vai morrer e deixar esta lama
até a quarta ou quinta geração. Foi assim que eles ensinaram. Quantos
morreram de fome? Eu estive lá no Maranhão em 89 trabalhando dois meses com
eles. Voltei correndo. Roubavam os tickets e vendiam o leite. Pagavam dois
carros recebiam um e embolsavam o dinheiro do outro. Não conseguia ver
aquilo. Crianças de cidades próximas administradas por prefeitos
oposicionistas não recebiam ticket de leite. As crianças morriam de fome.
Para mim, Mariza isto é mais que suficiente. Isto basta porque fede e é
amorfo.
A única coisa que precisa são as forças armadas, que estão a pão e água,
sair deste estado apático e se pronunciar GROSSO. Eles têm o respeito do
povo e se erraram não foi roubando nem colocando estes barbudos ladrões e
nojentos para saquear o país. A constituição deve ser defendida por eles e
alguma coisa tem que ser feita.O ministro da defesa não me parece
qualificado para sentar-se à mesa com gente tão preparada, honesta 'as vezes
ing~enuas, para falar sobre defesa nacional. Defender o que? Temos que nos
defender deles.
Estão roubando tudo, até os quartéis não estão resistindo por falta de
verba. Os contingentes reduziram-se à metade para não pagar almoço. Não há
mais exercício militar. Temos uma fronteira imensa e nem um barco, ou avião
que possa voar porque não tem dinheiro para a gasolina.
BASTA!
Isto irrita o cidadão de bem, acaba com auto-estima, destrói a cidadania:
Vira terra de ninguém.
Beijos,
Luiz Antonio
De: Mariza
Enviada em: terça-feira, 11 de agosto de 2009 08:28
Para: Mariza
Assunto: NOJENTO
LÚCIA HIPÓLITO - O ocaso do coronel Sarney
( Jornalista CBN )
Êta pais permissivo!
Até quando os idiotas aqui que trabalham vão ser coniventes com esta
situação??
As mais recentes denúncias sobre as estripulias do senador José Sarney estão
longe de ser as últimas e apontam na mesma direção de todas as anteriores: a
privatização de recursos e espaços públicos em benefício próprio. Ou de sua
família. E o desprezo às leis do país. Senão vejamos.
Distraído, Sarney não reparou que recebia mensalmente R$ 3,8 mil de
auxílio-moradia, mesmo tendo mansão em Brasília e tendo à disposição a
residência oficial de presidente do Senado. Culpa da burocracia do Senado.
Distraidíssimo, Sarney esqueceu de declarar sua mansão de R$ 4 milhões à
Justiça Eleitoral. Culpa do contador.
Precavido, requisitou seguranças do Senado para proteger sua casa em São
Luís, embora seja senador pelo Amapá.
Milionário (embora o Maranhão continue paupérrimo), não empregou duas
sobrinhas e seu neto em suas inúmeras empresas. Preferiu que se empregassem
no Senado.
Milionário generoso, não quis deixar a viúva de seu motorista ao relento.
Empregou-a para servir cafezinho no Senado, em meio expediente, com salário
de R$ 2,3 mil. Ah, e alojou-a em apartamento na quadra dos senadores.
Generoso, não impediu que seu outro neto fizesse negócios milionários com
crédito consignado no Senado. Ainda generoso, entendeu que um agregado da
família deveria ser também empregado como motorista do Senado com salário
atual de R$ 12 mil, mas trabalhando como mordomo na casa da madrinha, sua
filha e então senadora Roseana Sarney.
Aliás, Roseana considerou normal convidar um grupo de amigos fiéis para um
fim de semana em Brasília, com passagens pagas pelo Congresso. Seu filho,
Fernando Sarney, o administrador das empresas, que sequer é parlamentar,
considerou normal ter passagens aéreas de seus empregados pagas com
passagens da quota da Câmara dos Deputados.
Patriarca maranhense, ocupou as dependências do Convento das Mercês, jóia do
patrimônio histórico, e ali instalou seu mausoléu. O Ministério Público já
pediu a devolução, mas está complicado. Não é um fofo?
Um dos mais recentes escândalos cerca justamente a Fundação José Sarney, que
se apoderou das instalações do Convento das Mercês. Consta que R$1.300 mil
captados através da Lei Rouanet junto à Petrobrás, para trabalhos culturais
na Fundação José Sarney foram.... desviados. Não há prestação de contas, há
empresas-fantasmas, notas fiscais esquisitas. Enfim, marotice, para dizer o
mínimo. Mas Sarney alega que só é presidente de honra da Fundação. Culpa dos
administradores.
E o escândalo mais recente (na divulgação, não na operação): Sarney seria
proprietário de contas bancárias no exterior não declaradas à Receita
Federal. Coisa do amigão Edemar Cid Ferreira, amigão também da governadora
Roseana Sarney a quem, dizem, costumava emprestar um cartão de crédito
internacional. Coisa de gente fina.
Em suma, acompanhando as peripécias de José Sarney podemos revelar as
entranhas do coronelismo, do fisiologismo, do clientelismo. Do arcaísmo.
Tudo isto demora a morrer. Estrebucha, solta fogo pela venta. Mas um dia
desaparece.
Tal como os dinossauros.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
Em qual papel a Microsoft atua no desenvolvimento Mundial?
Impotante é a dificuldade de avaliar o que realmente é proveitoso e o que foi prejuízo para empresas, consumidores, usuários e gente que não tem nada com isto. Explico: - a cada atualização máquinas mais potentes são necessárias, os desenvolvedores de softwares também são obrigados a se mexer, novos drivers, treinamentos, redes, velocidade, sem contar com a segurança cada vez pior e o sistema tambem. Tornou-se um monstro incontrolável, com uma boca arecadadora imensa, mas totalmente opaca para todos.
Qual o prejuízo em bilhões de dólares que se alastrou pelo mundo? com a palavra os CIO's, Experts, Engenheiros, e empresários que não param de gastar.
Governos tentam parar esta "coisa" sem sucesso. A imprensa ora contribui elogiando as maravilhas do "Bill não tão sério Gattes", ora, quando dói neles, tambem quebram o pau.
O lançamento do Windows 7 gera uma expectativa que dentro de 5 anos ele não fique pior que o Vista. Isto dito pelo Saci e o Coelho da Páscoa.
Partindo desta premissa, constatei o que é, e quem é a Microsoft a partir deste diálogo com a atendente on line.
POR FAVOR, OBSERVEM OS DETALHES DO DIÁLOGO, OS PRAZOS, TUDO. Só não deixem de ler.
Façam suas análises. É apenas isto que podemos fazer. Mais nada.
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http://www.mslatam.com/brasil/empresas/services_support/pushpane.aspx
Ana Paula entrou nesta sessão!
Conectado com Ana Paula. Your reference number for this chat session is 1655385.
Luiz Antonio Machado: Bom dia Ana Paula
Ana Paula: Bom dia Sr. Luiz ! Obrigada por contatar o Chat Microsoft. Meu nome é Ana Paula. Como posso ajudá-lo?
Luiz Antonio Machado: Ana Paula, eu tinha um Vaio FZ 140 N que comprei nos EUA, e agora comprei um VGN -FW280AY, no Brasil, 64 bits, 4 Gb, BluRay Grava e reproduz, , 16" resolução 1920 x 1080, ou seja o melhor por aqui.2, 6 Ghz
Luiz Antonio Machado: Ele veio com Vista e a Sony não sabe quando mudará para o Windows 7 ou disponibilizará o Windows 7 para nós usuários. Meu equipamento tem 30 dias e eu estou beirando a loucura. Trabalho com dois browser 32 e 64 porque um aceita flash 10 o outro não, e por aí vai. Fora os registros, paradas, travamentos ....
Luiz Antonio Machado: Trabalhei no Vaio antigo 10 dias com o Windows7 e me adaptei maravilhosamente bem.
Luiz Antonio Machado: Neste caso o que eu posso fazer, se o que eu tenho é O&M?
Ana Paula: O senhor possui qual versão do Windows Vista ?
Luiz Antonio Machado: Ultimate, está dando erros de gravação na memória, recomeça toda hora...... quase choro de raiva
Ana Paula: Qual data o senhor adquiriu seu equipamento ?
Luiz Antonio Machado: mom please
Luiz Antonio Machado: 25/06/2009 nota fiscal 179384 da Sony Brasil Ltda.
Ana Paula: Desculpe a duvida do senhor, é referente ao lançamento do Windows 7 ou se o senhor esta elegível ao upgrade gratuito do windows 7 ?
Luiz Antonio Machado: Se estou elegível ao Windows 7, para quando e se eles não fizerem o que eu poderei fazer para sair deste Vista que me atormenta(desculpe) há mais de 6 anos
Luiz Antonio Machado: Não me incomodo de pagar. Eu quero é sair dele
Luiz Antonio Machado: Tudo que eu tenho é microsoft. Mouse presenter 800, headset para Skype, etc...
Luiz Antonio Machado: Mas o Vista eu cansei. Quanto mais eu estudo e leio, pior fica minha situação
Luiz Antonio Machado: Eu tenho 250 Gigas de dados e programas. Formataria tudo hoje para sair do Vista
Ana Paula: Neste caso o senhor não esta elegível ao upgarde gratuito para o Windows 7, o upgrade é permitido para equipamento adquiridos a partir do dia 26/06/2009.
Luiz Antonio Machado: UM DIA??????????
Ana Paula: Como o senhor possui o Windows Vista Ultimate OEM, o senhor tem a opção de fazer o downgrade gratuito para o Windows XP Professional.
Ana Paula: Sim, a Microsoft só disponibilizou o upgrade para licenciamento OEM apartir do dia 26/06/2009.
Luiz Antonio Machado: UM DIA insisto???? Com tudo que já comprei de Office , Windows, etc... na minha vida?
Luiz Antonio Machado: Tenho 55 anos tive uma empresa de informática, comprava O&M de Windows 3.11 aos montes. UM DIA????
Ana Paula: No caso, é uma politica de licenciamento Microsoft, o upgrade gratuito só pode ser feito para licenças OEM (adquirida com uma novo pc)adquiridas apartir do dia 26/06/2009.
Ana Paula: Posso registrar sua insatisfação referente a essa politica.
Ana Paula: Me informe seu nome completo, e-mail e telefone com ddd.
Observação minha: Eu já havia preenchido tudo isto no início para ter acesso ao chat, inclusive ter um LiveID
Luiz Antonio Machado: Ana Paula, sou formado com mestrado em Adminsitração, estudei em Londres, estudo o comportamento humano, não sei o que é raiva, somente busco entendimento para as coisas mundanas quando não as entendo, e quando não consigo me abstraio delas. Este estado de abstração está me invadindo agora.Portanto, sugiro deixarmos como está. Jamais entenderemos duas coisas no mundo: Altruismo, da qual eu faço parte, e ganancia a qual não conheço.
Luiz Antonio Machado: Obrigado e desculpe ter tomado seu tempo.
Luiz Antonio Machado: Um bom dia para voce.
Ana Paula: Obrigado por utilizar o Microsoft Chat. Tenha um bom dia !
Ana Paula deixou esta sessão!
A sessão foi terminada!
terça-feira, 28 de julho de 2009
A (DES) IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO
- Diante do momento de crise, a diretriz da nossa Diretoria Geral foi de cancelar todos os investimentos em treinamentos até o mercado reagir satisfatoriamente.Sendo assim, guardarei seus contatos para um encontro futuro quando retomarmos os investimentos nesta área.Atenciosamente,Analista de Gestão em RH
Compreendo que uma empresa neste momento não precisa nem queira esta baboseira até porque seus executivos são de alto nível e não tem tempo a perder com pequenas coisas. O país e a falta de seriedade estão acabando com o sistema nervoso de todo mundo, principalmente dos empresários que não tem idéia do que fazer. É um quadro desalentador. Desalentador porque há espaço para crescer, os grupos estão crescendo, novas empresas surgindo e nunca, o saber lidar com o conhecimento foi tão valorizado.
Informações perdem seu valor quando existem em abundância, mas o conhecimneto construído com elas tem valor incalculável. Aí está a diferença.
Se não há espaço para melhorar a expressão verbal de seus funcionários, imagine estudar logística macro num país sem estrada, sem trilhos, sem navios, sem vergonha, sem nada.
O que não compreendo são as estratégias adotadas pelas empresas em momentos de crise atualmente.
Durante 12 anos trabalhei na Coca-Cola Indústrias Ltda, no Brasil e em dois fabricantes, e os momentos de baixa venda no inverno e crises, eram os momentos de treinar as equipes, rever as campanhas, reformar os veículos, equipamentos de fabricação, motivação, rever as rotas de vendas, conhecer os clientes, melhorar o relacionamento com todos os "stackholders", e por aí íamos caminhando.
Quando saíamos da tempestade estávamos com o barco novo, pintado, equipe pronta para entrar em ação, enquanto a concorrência ia começar a agir.
Formado há 25 anos em administração, especialização em Marketing, pesquisas na Nielsen, Sistemas de Informação ERP, CRM na Intel, Mestrado na FGV, aperfeiçoamento em Londres e 12 anos lecionando no ensino superior, apresentando trabalhos em painéis nos fóruns mundiais da educação e acompanhando as mudanças tecnológicas, continuo me questionando porque o Espirito Santo investe tão pouco, e mal, nos seus funcionários e no potencial jovem? Porque que todas as vezes que uma empresa grande se instala aqui 60 a 70% da mão de obra especializada é contradada fora?
As escolas não se aventuram a responder. Aliás, NINGUÉM.
Pior. Isto é uma afirmação que vai de encontro a sistemas ou pressupostos que se impuseram como incontestáveis ao pensamento comum, e parece que nada mudará este quadro por mais que o governo e a academia tentem.
Tivesse eu ficado aqui após completar meus 17 anos e seria mais um nesta multidão que se desdobra para ocupar cargos de distinção nas empresas com esforço sobrehumano, ou pelo menos tentar sobreviver com dignidade.
Temos valor sim, e muito. Capixabas NO E FORA do Espirito Santo existem muitos, e de sucesso. O problema é parte do empresariado com a dicotomia que lhe aflige os 365 dias do ano: investir na empresa, no Mercedes novo ou nas férias na Europa.
Isto não é informação nem conhecimento.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Falar bem em público: a importância para o exercício do marketing pessoal

REDE DE TREINAMENTO EMPRESARIAL
Curso de Expressão Verbal e Oratória
Falar bem em público
Por Luiz Antonio de Lacerda Machado
A comunicação bem feita, o linguajar adequado, a postura, o domínio do medo e cacoetes são condições básicas para o desenvolvimento profissional, relacionamento interpessoal e crescimento cultural na empresas.
A tecnologia atual esbanja ferramentas de comunicação e controle, mas quem apresenta e explica como funciona e deve ser utilizada?
De um e-mail ao atendimento do telefone, uma reunião ou explanação de planos, metas, etc... , a maioria padece para se expressar.
Mesmo assim, tem-se deixado o desenvolvimento desta habilidade ao "Deus dará", ou ao interesse do próprio profissional dos escalões menores.
Devemos refletir por que tanta resistência em investir no treinamento dos funcionários que é a imagem da sua empresa, quando se trata de comunicação e expressão verbal?
Em uma etapa mais polêmica e complexa, qual o papel das escolas no desenvolvimento desta habilidade? Abordaremos mais para a frente.
Falar bem em público: a importância para o exercício do marketing pessoal.
" Newton Ferreira, professor e psicólogo, acredita que o medo para falar em público pode vir a ser superado a partir do intenso trabalho para minimizar os efeitos de suas causas principais"Veja o artigo completo : Falar bem em público: a importância para o exercício do marketing pessoal
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Idéia para os Cursos de Direito
Jornal Bem Paraná.
Questão de Direito: Questão de Direito Questão de Direito 06/07 a 12/07/09
" Iniciantes - Aspectos cotidianos na vida de um advogado em início de carreira serão discutidos durante a I Semana do Advogado Iniciante, entre os dias 6 e 8 de julho, na sede da OAB Paraná, em Curitiba. A Comissão de Advogados Iniciantes programou para os três dias palestras sobre finanças pessoais, expressão corporal e verbal do advogado, gestão de escritórios, sociedades de advogados e lições práticas sobre a advocacia. "
sábado, 4 de julho de 2009
Mesa 5 - Deus, um delirio - FLIP 2009
Excelente reflexão.
Nada como o livre pensar e se expressar.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Capacidade de Indignar-se. Ainda temos?
Será que este povo se indignará um dia? Acredito que não.
O problema do Brasil é que, quem elege os governantes não é o pessoal que lê jornal, mas quem limpa a bunda com ele!
Mordomo pago com o nosso $$$$
Olha aí, onde vai o nosso dinheiro!
Abraços.
Mordomo de Roseana Sarney é pago pelo Senado
Servidor ganha, com gratificações, em torno de R$ 12 mil.Governadora afirmou que funcionário é 'afilhado'.
Da Agência Estado
O Congresso abriga mais um exemplo do uso de dinheiro público para bancar despesas privadas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB). O mordomo da casa de sua filha, Roseana Sarney, ex-senadora e atual governadora do Maranhão, é um servidor pago pelo Senado. Amaury de Jesus Machado, de 51 anos, conhecido como "Secreta", é funcionário efetivo da instituição. Ganha, com gratificações, em torno de R$ 12 mil. Deveria trabalhar no Congresso, mas desde 2003 dá expediente a sete quilômetros dali, na residência que Roseana mantém no Lago Sul de Brasília.
"Secreta" é uma espécie de faz-tudo, quase um agregado da família. Cuida dos serviços de copa e cozinha, distribui ordens aos funcionários e organiza as recepções que Roseana promove quando está na cidade. Na manhã de sexta-feira (19), a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo procurou o servidor na casa da governadora. O empregado que atendeu informou que ele estava há dez dias em São Paulo, acompanhando Roseana. Ela ficou até sexta-feira na capital paulista,onde passou por cirurgia para retirada de aneurisma.
A reportagem falou por telefone com outros funcionários da casa e com amigos da família, que confirmaram a lotação privada do servidor. Na sexta-feira, por telefone, a governadora descreveu as funções de Machado assim: "Ele é meu afilhado. Fui eu que o trouxe do Maranhão. Ele vai à casa quando preciso, uma duas ou três vezes por semana. É motorista noturno e é do Senado. E lá até ganha bem."
Roseana renunciou ao cargo de senadora em abril, para assumir o governo do Maranhão no lugar de Jackson Lago (PDT), cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ainda que estivesse no exercício do mandato, não poderia ter um servidor como empregado doméstico. José Sarney enfrenta há duas semanas denúncias de contratação de parentes, muitos incluídos na folha de pagamento do Senado por meio de "atos secretos" que permitiam fazer nomeações sem que elas fossem publicadas nos boletins oficiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.