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sábado, 5 de fevereiro de 2011

SIMPLES? É SIM!

 CARTA ABERTA AO PRESIDENTE

Recebi com muita honra, os últimos escritos do amigo CARLOS FÔSCOLO, detentor de um belo currículo na área de Gestão, com quem tive a honra de participar de uma palestra no Espírito Santo, mais precisamente na FAESA, Instituição do meu coração. Ainda escreverei sobre isto.
Na oportunidade, eu havia acabado de chegar de Londres, onde havia estudado  ERP e  outros sistemas de gestão Pública e  conversamos muito das dificuldades de implantação de um sistema eficiente de ERP para Hospitais.Mas  Fôscolo tinha um sitema desenvolvido por ele, eficiente e simples. Inacreditável!
Fôscolo traz na bagagem o que há de melhor para gestão. Sua simplicidade e generosidade espanta  quem se aproxima dele. Tipo que encanta à primeira vista. Sugiro que conheçam mais um pouco no site dele,
http://bit.ly/foscolo .
  • "Majored" em Economics e Sociology pela Dyersburg High School, de Dyersburg, Tennessee, USA.
  • Direito pela Faculdade de Direito da UFMG (BH),Espec. em Direito Financeiro e Empresarial.
  • Pós-graduação em Administração Hospitalar, pela Faculdade São Camilo (SP)
  • "Proficiency" pela University of Michigan , Ann Arbor , Michigan , USA .
  • TI pela Pró-Informática.  
  • Membro da Academia Brasileira de Administração Hospitalar.
  • Pós-Graduação em Acreditação Hospitalar
 Nestes escritos Fôscolo trata de maneira simples as necessidades mais proeminentes do país. Mas nem sempre o simples é o que atende a interesses, principalmente escusos, como este último loteamento do setor enérgético entregue às mãos dos bandidos maranhenses, verdadeiros párias da pátria. VERGONHA!
Daí eu manter-me cético e adotar o pensamento mineiro, muito conhecido do Fôscolo, originário da Alterosas: "Luz no fim do túnel, corre que o trem está vindo."
Mas nada do que eu penso invalida os pensamentos práticos das cabeças pensantes deste país como o autor.
Portanto, a escrita de hoje pertence ao Carlos e é ele o autor do SIMPLES.


 Carlos FOSCOLO
05/02/11

CARTAS ABERTAS À PRESIDENTE – V
O CAVALO ARREADO SÓ PASSA...
            Presidente Dilma,
                                  Enquanto a presidente lia sua mensagem, ontem, no congresso, num ambiente amplamente favorável e com incontestável maioria, em ambas as casas, vinha-me à mente uma máxima interiorana rural, creditada à “sabedoria popular” que diz:  “O cavalo arreado só passa uma vez”.   Ela quer significar que as oportunidades são difíceis de surgirem, e quando surgem, não devem ser desprezadas, porque talvez não apareçam mais.
            Em sua mensagem, presidente, destaco especialmente três pontos extremamente relevantes:  A erradicação da pobreza, a reforma tributária e a reforma política. É, acima de tudo, pela repetição do mesmo discurso desde a eleição, que acredito podermos concluir, quase sem margem de erro, que existe na presidente, uma firme e inabalável vontade política de realizar todos esses propósitos.  O quê falta então?  Não falta mais nada, pois a oportunidade de realizar tudo isso estava ali, diante da presidente:  Um Congresso que  queria  ouvi-la e acima de tudo, com número suficiente de votos para transformar as propostas em realidade.  Era o cavalo arreado pronto para ser montado!!!
            É claro, presidente, que isso tudo não acontecerá num passe de mágica. Muitos obstáculos se anteporão ao seu intento.  Tabus terão de ser quebrados, privilégios terão de ser eliminados, e talvez, o maior de todos obstáculos seja vencer as diferentes formas de corporativismo,  verdadeira pedra no caminho para se atingir essas metas.  Senão vejamos:
            Não se erradicará pobreza enquanto os menores salários estiveram tão distantes dos maiores.  Talvez um dos primeiros passos seja desprezar e esquecer a terminologia “Salário Mínimo”, já um tanto desgastada politicamente.  Este termo virou bandeira de pregações políticas, e indexador para reajustes de vários preços.  O ideal seria que fosse transformado em algo que pudesse ser denominado, talvez, “Módulo de Remuneração Mínima Horária” ou MRM-H, incentivando-se e permitindo-se a contratação por hora.  Para isso também há uma necessidade urgente de se promover uma Reforma Trabalhista e Previdenciária que desonerasse e desburocratizasse a folha de pagamentos.  Na fixação do valor do MRM seria ainda essencial a sua vinculação mais direta e de forma mais imediata ao PIB, não de dois anos atrás, mas do ano anterior. Outra vinculação justa e corretiva, seria estabelecer uma relação com o salário teto da União.  Se isso estivesse vigorando agora, o famigerado salário mínimo hoje estaria valendo nada menos que R$826,20 ou um MRM-H de R$4,33.   Mesmo assim, é imperioso – se quisermos ingressar no seleto clube do primeiro mundo – que este valor do MRM-H venha ter seu valor, no mínimo, triplicado em 3 anos.  Tudo isso – é claro – dependendo do PIB atingido, ou da evolução da fórmula e metodologia de seu cálculo. Tudo de forma técnica e não política.
            Na Reforma Política, não temos esperanças de profundas modificações, já que para ser bem elaborada teria de, profundamente, mudar a forma de eleição dos congressistas, além de ter de contar com a colaboração e vontade política deles para fazê-la  Querer que os próprios congressistas efetuem profundas mudanças na sua forma de eleição e suas mordomias é praticamente impossível: “A raposa tem a chave do galinheiro!!” Porém,  se conseguir que os deputados sejam eleitos por distritos já é um grande passo, um avanço significativo. Pelo menos vamos poder saber em quem estamos votando, o que não acontece agora, por causa da redistribuição dos votos excedentes, o também chamado voto de legenda.
            Por fim, a Reforma Tributária é sem dúvida um grande desafio para a modernidade e desenvolvimento do País, mas com inúmeros obstáculos pela frente. Ela mexe com os interesses de inúmeras corporações, a começar pelos governos estaduais e municipais.  Um país como o nosso, com uma carga tributário de 40% sobre a produção, não poderá jamais aspirar um alto grau de competitividade cada vez mais essencial nas transações internacionais. A solução proposta seria, não o “imposto único” – tema também já bastante desgastado –  mas sim o RECOLHIMENTO ÚNICO, feito nas notas da primeira transação do produto, que deveriam ser bastante simplificadas e com os três níveis de impostos – municipal, estadual e federal – já separados e calculados dentro da própria nota.  Além do benefício da transparência – todos sempre saberiam quanto estariam pagando – eliminaria ainda a burocracia de que o sistema atual se reveste para o recolhimento e escrituração.  Aliás, presidente, para realmente modernizar, minha sugestão é que cada pessoa neste país pudesse ser transformada numa “empresa”, sem qualquer burocracia ou entraves corporativos: Isso se faria através da criação da Nota Fiscal Pessoa Física, acessível a todas as pessoas, de forma rápida e desburocratizada, e com, também, um único recolhimento dos impostos já exarados nela. E por falar em impostos, presidente, o país precisa aprender a recolher pouco em muito, ao invés de muito em pouco!  Onde todo mundo paga pouco, todo mundo paga.  E sem sonegação, o pouco pago por cada um, se transformará no elevado valor pago por todos.
            É evidente, presidente, que gostaria de detalhar mais as formas propostas acima.  Mas aqui não é o local próprio para detalhamentos, mas pelo menos ficam as idéias, que poderiam ser desdobradas.  E, quanto ao “cavalo arreado”, embora pareça fácil montá-lo, todo cuidado é pouco: Se está passando arreado e sem cavaleiro, o quê foi feito deste? Foi derrubado ou caiu? Caiu porque o cavalo é bravo ou tinhoso?  Montá-lo, imediatamente, sem conhecer seu histórico é no mínimo bastante temerário.  Que o digam alguns de seus antecessores.     
           
ECONOMIA E POLÍTICA - IV

A NOTA FISCAL PESSOA FÍSICA
            Falamos acima, apenas “en passant” sobre a idéia de transformar cada cidadão brasileiro em uma “empresa” em potencial.  A partir de que idade?  Talvez a partir dos 14 anos de idade.  Aliás, aproveitando a oportunidade com relação à celeuma que se levanta sobre o trabalho infantil:  Não conheço nenhum grande homem que não tenha começado a trabalhar – e sempre por vontade própria – ainda criança.
            Estamos falando da criação da Nota Fiscal Pessoa Física - NFPF, fácil de ser requerida e autorizada. Há algo parecido com isso em algumas prefeituras, mas não igual.  Na nossa proposta, na própria NFPF já viriam todos os percentuais dos impostos a serem recolhidos nos níveis Federal, Estadual e Municipal além de um último referente à Previdência Social, todos lançados no ato de preenchimento da NFPF.  Uma via extra de cada nota, seria a guia de recolhimento, o qual poderia ser feito em qualquer banco.  A arrecadação seria feita por um órgão único,  centralizador, cujo sistema se encarregaria de fazer, imediatamente as separações dos valores de cada nível (Federal, Estadual, Municipal, e Previdência) totalizando-os via sistema e repassando os valores para cada um, imediata e automaticamente..
            Dentro da filosofia de que “é melhor todos pagando pouco do que poucos pagando muito”, a estimativa é de que a receita de todos os níveis no mínimo dobraria e a burocracia seria reduzida a níveis nunca vistos.  Todas as partes sairiam ganhando e o tempo e dinheiro economizados com a eliminação da burocracia seriam investidos no crescimento da empresa e no aumento de sua produtividade,  É tão fácil inovar e modernizar quando o único compromisso que se tem é com progresso da Nação e não com o corporativismo!!!   Perda de votos?  Bem, às vezes é preciso perder umas centenas de votos para ganhar alguns milhares de novos satisfeitos eleitores!!!

UMA JANELA PARA O MUNDO – I
                                                                                        
O EFEITO DOMINÓ
            Cada vez mais vamos ficando mais globalizados e fatos ocorridos em países longínquos passam também a afetar o dia a dia de nossa vida.  Daí a importância de estarmos, permanentemente, ligados aos acontecimentos internacionais para analisarmos as tendências econômicas, políticas, sociais e comportamentais das nações com as quais nos relacionamos  E a atenção aos acontecimentos mundiais pode-nos poupar, às vezes, alguns dissabores.
            Há dias, quando da queda do ditador da Tunísia, Ben Ali que estava no poder havia nada menos que 23 anos, previ – só não escrevi – que isso desencadearia uma sucessão de eventos similares no mundo – principalmente no muno árabe – onde são comuns as perpetuações no poder, geralmente chamadas de ditaduras.  Não deu outra coisa.  Logo após, ocorreu a crise política no Egito, ainda sem definição.  Mas os outros países árabes em situações semelhantes, ou não, já estão se precavendo e promovendo mudanças e “aberturas democráticas”, embora outorgadas e não eleitas.  A própria Jordânia, cuja família real é adorada pelo povo – o Rei Abdullah é descendente direto de Maomé – acaba de indicar um primeiro ministro para acalmar uma certa inquietação popular.  Outros países árabes passíveis de inquietação popular motivada por esse “efeito dominó” – cada um que cai esbarra no próximo fazendo-o cair também – são a Líbia, onde Muammar al-Kadafi  está no poder há 41 anos, o Yemen, a Síria, onde Bashar al-Assad já está no poder há 11 anos, mas sucedeu seu pai Hafz Assad que permaneceu por quase três década no posto.
            Quais outros países, embora não-árabes, podem também ser afetados pelo efeito dominó?  Com certeza Cuba está na primeira fila, já com uma ditadura implacável desde 1959 (há 52 anos) anos, nas mãos dos irmãos Fidel e Raul Castro só vencida no tempo pela da Coréia do Norte, instalada em 1955 por Kim-Il-Sung, que foi substituído por seu filho Kim-Jong-il, que por sua vez já indicou como sucessor seu filho de 25 anos, Kim-Jong-Un.  Também Hosni Mubarak, já no poder há 30 anos, já havia indicado seu filho para substituí-lo, o que não parece mais factível, porque está prestes a ser deposto.
            Hoje, em todo o mundo, ainda há governos com características ditatoriais, além dos citados acima, mais os seguintes países: Zimbábue, Sudão, Mianmar, Arábia Saudita, China, Irã, Eritréia, Venezuela, dentre outras.
        Depois do advento da Internet, duvidamos que estas ditaduras, ainda hoje instaladas, durem mais de que um lustro.

NORMAS E FORMAS – IV

O DOLOROSO SUICÍDIO DE UM JOVEM
         O jovem Mohamed Bouazizi, de apenas 20 anos de idade, embora tenha sido socorrido, não sobreviveu para presenciar a revolução que sua atitude provocou – e está provocando – em todo o mundo.   
           Mohamed era um apaixonado pelas Ciências da Computação e sonhava com uma brilhante carreira, embora o seu país, a Tunísia tenha um desemprego de cerca 60% dos diplomados, e um ditador – Ben Ali – que com mão de ferro governava a Nação havia mais de 23 anos. Na Tunísia, como em outros tantos países, não eram as qualificações ou o mérito que determinavam o sucesso. Era, sobretudo, o nome, o casamento ou a filiação partidária.
          Tendo ficado desempregado, Mohamed viu-se obrigado a vender frutas e legumes em sua pequena cidade, para alimentar sua família. Mas, infelizmente, não tinha a necessária licença de comércio, difícil de se obter em virtude do labirinto da burocracia e corrupção reinante no país.  Em vista disso, no dia 17 de dezembro passado, a polícia confiscou-lhe a banca e a balança, instrumentos essenciais ao seu comércio, além de ter sido agredido e humilhado pelas autoridades.  Ele talvez fosse qualificado demais para a mediocridade de seu país
             Neste mesmo dia, Mohamed foi até ao órgão governamental responsável pela área do comércio, para tentar regularizar sua situação, mas não conseguiu, impedido, mais uma vez, pela burocracia e a corrupção.  E assim, com o dinheiro que lhe sobrara, comprou um litro de gasolina, despejou-o na  própria cabeça, deixou escorrer pelo corpo e ateou fogo.  A notícia foi censurada pela imprensa estatal, mas a história se espalhou pela internet.  A partir daí, milhares de jovens como Mohamed, desempregados e sem esperança, começaram a sair às ruas. Vários formados e qualificados, mas também  sem emprego, como Houcine Néji, de 24 anos, seguiram o exemplo de Bouazizi e cometeram suicídio pelo fogo ou subindo a postes de alta tensão.
         O jovem Monhamed morreu no dia 4 de janeiro, depois de receber a visita do Presidente Ben Ali, que foi ao hospital “hipotecar-lhe solidariedade e prometer-lhe ajuda”. Poucos dias depois, uma enorme pressão popular obrigou o presidente a abandonar o país, fugindo para a Arábia Saudita, levando consigo mais de uma tonelada de ouro.
         Pena que Mohamed não sobreviveu  para presenciar a revolução que ele causou e causará  em todo o mundo, obrigando os ditadores a fazerem mudanças urgentes para salvar suas cabeças.  E pensar que tudo isso começou por causa da intransigência de algum fiscal de 3ª classe que se sentiu muito importante no desempenho sua atitude autoritária.
          Hoje, por enquanto, os povos da Tunísia e do Egito agradecem a Mohamed o seu sacrifício.  Talvez amanhã estejam agradecendo-lhe os povos de Cuba, Zimbabuwe, Líbia e outros arremedos de nação.

À SUA SAÚDE - IV

SAIU NO JORNAL DE PARAOPEBA – VACINA ANTI-CÂNCER
        Acabo de ler, no 229º número do excelente Jornal de Paraopeba (leia-se Carmem Lúcia Mascarenhas Rocha e Sérgio Moreira), artigo sobre a já existente vacina anti-câncer – de rins e de pele –  desenvolvida por cientistas brasileiros.  A vacina, conforme constatado pelos cientistas,  mostrou-se eficaz tanto nos estágios iniciais da doença quanto nos mais avançados.
            A vacina é fabricada em laboratório, utilizando-se para isso, fragmentos dos tumores dos próprios pacientes, colhidos pelo oncologista de cada um.  Após remetida a amostra ao laboratório, a vacina é fabricada e remetida de volta ao médico, dentro de 30 dias.
            A vacina foi desenvolvida pelo médico José Alexandre Barbututo, que faz parte do Grupo Genoma, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.  Telefone do laboratório:0800-7737327 (falar com Dra.Ana Carolina ou Dra.Karyn            

À SAÚDE DE SUA EMPRESA - III

RECEITA PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE

Inicialmente devemos bem definir produtividade e produção, eficiência e eficácia, distinção que muitos empresários não fazem, não por desconhecer conceitos já tão disseminados, mas por julgar esta conceituação irrelevante para o progresso de sua empresa.
Não raro vemos – e já vi muito – empresas que quando têm um problema de fluxo de caixa, o primeiro impulso é cortar despesas.  E começam cortando coisas como o cafezinho.  Outros proíbem que se use negrito nas impressoras.  Outros apagam as luzes.  Outros desligam os freezers à noite.  Enfim, faz-se de tudo no afã de equilibrar o fluxo de caixa.  Poucos, no entanto, começam pelo caminho correto, que é a análise de cenários – que pode ser feita em uma única reunião – e o estabelecimento dos KPI’s  do Período-Base, ou parâmetros históricos para se avaliar o desempenho presente e futuro.
Um dos grandes erros cometidos pelos administradores – já empunhando a foice –  é o acolhimento somente dos indicadores absolutos e a tomada de decisões baseadas apenas neles.  O grande erro aí cometido é que os indicadores absolutos analisados, muitas vezes não dizem muita coisa, ou pior ainda, pode conduzir o administrador a decisões erradas.  É o caso, por exemplo, da análise de indicadores absolutos como o valor total da conta de energia elétrica, ou valor do combustível gasto, ou o valor da folha de pagamento.
Por outro lado, quando a análise é feita levando-se em consideração os KPI’s relativos, por exemplo kwatt/produto, litro/km, ou o custo do real faturado (custo este que muitos desconhecem), as coisas começam a clarear.  Um valor absoluto que a princípio parecia excessivamente elevado, quando transformado em indicador relativo e feito o “benchmarking” interno (com o mês anterior) ou externo (com o de outra empresa) pode mostrar-se totalmente aceitável e talvez cortá-lo sem critérios fosse como mutilar um relevante insumo para uma produção eficiente.
Concluindo a receita: Levantar todos os indicadores relativos históricos da empresa, também chamados indicadores do período-base.  Depois é só comparar com os indicadores relativos atuais.
   
NOTAS

  • Agradecemos as manifestações sobre nossos escritos, feitos pelos amigos da Santa Casa de Montes Claros, Fernando Veloso, Dr.Fernando Amaral, Cléa Márcia.

  • Agradecemos também as manifestações de carinho feitas pelos colegas de escola da Dyesburg High School, Barry Brigham, Janet (Hancock) e Bill, Theo Harness.  Também tem acesso à coluna meu irmão  Rob Taylor e minha mãe Thelma Taylor, que moram em Houston.

  • Também nos acompanhando na coluna, o nosso amigo e Presidente da ABS – México,  Lauro Brambilla, hoje residente na Cidade do México, onde dirige a filial da brasileira ABS, a maior empresa de suporte em produtividade do Brasil.  Devo ao Brambilla toda a minha iniciação em gestão empresarial de grande porte, desde a época em que trabalhamos juntos na empresa americana Alexander Proudfoot e depois na ABS.


O Tribunal de Justiça Arbitral – Curso de Árbitros

Conheça o site do Tribunal de Justiça Arbitral do Centro-Oeste Mineiro – TJACMG e saiba mais  sobre o Curso de Árbitros para o Tribunal.  O Curso tem como patrono e orientador doutrinário e pedagógico o Desembargador Belizário Antônio de Lacerda e como facilitador Carlos Foscolo, autor desses escritos.    As inscrições estão abertas.
        A aula inaugural, que será realizada em 26 de março, sem custos para os participantes,  estará aberta todos que queiram ter um maior conhecimento sobre a Mediação e Arbitragem e será  proferida pelo Desembargador Belizário de Lacerda, em Pompéu, no Lions Clube.
Maiores detalhes e solicitações de informações no site do Tribunal: www.tjacmg.com.br
          
          

Um comentário:

Foscolo disse...

Caro Luiz,
Quero agradecer-lhe por esta deferência especial de colocar meus escritos -- tão simples -- em seu blog e pelas envaidecedoras palavras que partindo de você -- o papa da comunicação -- muito me honram.
Obrigado e um grande abraço,
Carlos Foscolo